1. Usuário
Assine o Estadão
assine

Mirassol vive clima de euforia após golear Palmeiras

AE - Agência Estado

28 Março 2013 | 20h 33

A goleada por 6 a 2 aplicada sobre o Palmeiras na última quarta-feira entrou não só na história do Mirassol Futebol Clube, mas também da cidade de 53 mil habitantes, localizada na região de São José do Rio Preto, a cerca de 450 km da capital do Estado de São Paulo. O clima de euforia tomou conta do time e do município após a vitória histórica.

"O pessoal gostou, né?! A cidade não está falando de outra coisa, foi uma vitória demais", afirmou o técnico Ivan Baitello, um dos heróis do triunfo. "Marcamos três gols nos seis minutos iniciais (na verdade foram 11) e outros três em sete, já no final do primeiro tempo. Foi um cenário que dificilmente teríamos", completou.

Antes da partida, o Mirassol tinha todos os cenários possíveis para não sair com a vitória. Além de lutar contra o rebaixamento, o time tinha pela frente o Palmeiras, que não perdia há 11 jogos no Campeonato Paulista. Mas a história começou a mudar aos cinquenta segundos, quando o zagueiro Marcus Vinícius, escalado de última hora, foi tentar cortar cruzamento e acabou colocando contra a própria meta de cabeça.

"Fomos para o vestiário com uma enorme vantagem e entre os jogadores ficou um clima meio surreal. Mas ressaltamos que precisávamos ficar atentos, pois o Palmeiras tinha total condição de reagir", disse Baitello.

Apesar do resultado histórico, a goleada para o Palmeiras não está nem perto das maiores do Mirassol. A maior vitória aconteceu em 1951 sobre o XV de Jaú, por 10 a 0, no Estádio Zezinho Magalhães. No Estádio José de Campos Maia, palco do duelo contra o Palmeiras, na última quarta, a maior goleada ocorreu em 2006. Pela Série A2, o time atropelou o Araçatuba, por 10 a 2. O único remanescente deste confronto está fora do campo. O preparador físico João Paulo Imbernom Sanches fazia parte da comissão técnica desde a época.

Mais tranquilo, o Mirassol ainda corre risco de rebaixamento, com 15 pontos, quatro a mais que o Ituano, primeiro time dentro da zona de rebaixamento. Por isso, o técnico pretende que o Mirassol mantenha o embalo no duelo contra o Penapolense, no próximo sábado. "Foi um resultado para manter a autoestima, que só vai ser positivo na nossa sequência. Mas como todo jogo, nós temos que saber levar o que tem de bom e de ruim e manter o equilíbrio", finalizou o técnico.

Você já leu 5 textos neste mês

Continue Lendo

Cadastre-se agora ou faça seu login

É rápido e grátis

Faça o login se você já é cadastro ou assinante

Ou faça o login com o gmail

Login com Google

Sou assinante - Acesso

Para assinar, utilize o seu login e senha de assinante

Já sou cadastrado

Para acessar, utilize o seu login e senha

Utilize os mesmos login e senha já cadastrados anteriormente no Estadão

Quero criar meu login

Acesso fácil e rápido

Se você é assinante do Jornal impresso, preencha os dados abaixo e cadastre-se para criar seu login e senha

Esqueci minha senha

Acesso fácil e rápido

Quero me cadastrar

Acesso fácil e rápido

Cadastre-se já e tenha acesso total ao conteúdo do site do Estadão. Seus dados serão guardados com total segurança e sigilo

Cadastro realizado

Obrigado, você optou por aproveitar todo o nosso conteúdo

Em instantes, você receberá uma mensagem no e-mail. Clique no link fornecido e crie sua senha

Importante!

Caso você não receba o e-mail, verifique se o filtro anti-spam do seu e-mail esta ativado

Quero me cadastrar

Acesso fácil e rápido

Estamos atualizando nosso cadastro, por favor confirme os dados abaixo