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Copa 2014

Neymar tenta fugir do protagonismo antes da abertura da Copa

Felipe Rosa Mendes e Leandro Silveira - Agência Estado

11 Junho 2014 | 17h 17

Principal astro da seleção brasileira garante deixar as ambições pessoais de lado para conquistar o objetivo de ser campeão

Neymar é o grande astro da seleção brasileira e, naturalmente, um dos principais nomes da Copa do Mundo, que começa nesta quinta-feira com o duelo com a Croácia, no Itaquerão, em São Paulo. Mas ao menos o discurso adotado pelo jogador do Barcelona é bem diferente. Afinal, nesta quarta, já no palco da partida, ele declarou que não deseja ser protagonista no Mundial.

"Estou preparado para ajudar os companheiros, para dar 100% em campo e ajudar o time. Não jogo sozinho, ninguém joga. São 11 jogadores em campo, fora os demais. Não tem reservas, somo um time completo e todos sabem do seu papel. É cada um cumprindo sua função. Assim, a nossa equipe pode ir longe", afirmou o jovem astro de 22 anos.

Dessa forma, Neymar garante deixar as ambições pessoais de lado para conquistar o objetivo de ser campeão mundial pela seleção dentro de casa. "Não quero ser o melhor jogador ou o artilheiro. Quero o título. É o que ambicionei e o que eu mais quero. As questões individuais vão acontecer naturalmente", disse. 

André Penner/AP
Neymar fez 31 gols em 48 partidas com a camisa da seleção

Mais uma vez sem fugir do senso comum, em um discurso que pode ser encarado até como repetitivo, Neymar preferiu citar o argentino Lionel Messi e o português Cristiano Ronaldo como principais candidatos a craque da Copa. "Tem muitos jogadores de qualidade. Sou muito fã do Messi e do Cristiano Ronaldo. Esses dois são craques que podem despontar na Copa", comentou. 

Apesar desse discurso, Neymar é o camisa 10 e artilheiro dessa seleção. E ele já sabe como espera marcar o seu primeiro gol na Copa e a quem deseja entregar sua camisa. "Espero que seja o mais fácil possível, aquela bola que sobra sem o goleiro", contou. "É uma honra vestir o número que tantos craques usaram. E a camisa, não tem o que falar, vai para a minha mãe", completou. 

Mas se Neymar fugiu do protagonismo na sua entrevista coletiva na véspera do começo do Mundial, a expectativa da torcida é para que seu papel seja bem diferente em campo, a partir desta quinta-feira, com o craque liderando a seleção na campanha pelo sexto título mundial. 

O atacante sabe que deverá ser caçado em campo pelos adversários e conta com a ajuda da arbitragem para não ter o seu talento podado. "Não posso ter medo de violência. A partida tem um comandante, o árbitro. Se tiver violência, ele vai punir", avisou Neymar.

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