No papel, o futebol dos sonhos

Desligar a televisão e levantar do sofá para ir ao estádio de futebol é hoje missão para heróis. O (maior) entrave não está no que acontece dentro das quatro linhas. Afinal, bem ou mal, com ou sem as principais estrelas atuando nos gramados brasileiros, o País é pentacampeão do mundo. O que pega mesmo é toda a logística que envolve o programa: chegar ao estádio, estacionar o carro, comprar o ingresso, achar o setor, conseguir sentar, encontrar um banheiro limpo, comer bem, escapar das brigas e, vendo o time ganhar ou perder, ir embora para casa em paz. O Ministério do Esporte e Turismo abriu os olhos para o problema e escalou um Grupo de Trabalho Especial (GTE), composto por dirigentes, técnicos, ex-jogadores, advogados, políticos e outros encarregados de tirar o torcedor brasileiro da sujeira das arquibancadas. Leia mais no Jornal da Tarde

Agencia Estado,

11 Agosto 2002 | 10h23

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