Nelson Perez/Divulgação
Nelson Perez/Divulgação

No Rio, clubes se unem e lutam contra a proibição

Final da Taça Guanabara aconteceu com torcidas de Flamengo e Fluminense

Almir Leite, O Estado de S.Paulo

12 Março 2017 | 06h00

Mesmo com os corriqueiros confrontos ocorridos em dias de clássico, os dirigentes dos grandes clubes do Rio de Janeiro lutam contra a adoção da torcida única. Há, no Estado, uma liminar com essa determinação, mas a medida já foi suspensa em duas ocasiões: nos jogos do Flamengo contra Vasco e Fluminense, respectivamente, pela semifinal e decisão da Taça Guanabara.

Nessas duas ocasiões não foram registrados incidentes graves entre torcedores, ao contrário do que ocorreu em fevereiro em partida de Botafogo e Flamengo, quando um botafoguense foi morto com espeto de churrasco.

Em Minas Gerais, Cruzeiro e Atlético fizeram alguns clássicos com torcida única, principalmente na época em que o Mineirão estava em obras para a Copa do Mundo. As brigas entre torcedores diminuíram nesse período.

Mas neste ano, num confronto pela Copa da Primeira Liga, o Mineirão foi dividido – 39.811 torcedores de ambas as equipes foram ao estádio e não houve brigas violentas.

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