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'O São Paulo é grande, mas eu queria ter ficado no Boca', diz Calleri

Reforço do time do Morumbi lamenta ter saído do clube argentino

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O Estado de S. Paulo

25 Janeiro 2016 | 18h01

Prestes a ser anunciado pelo São Paulo, o atacante argentino Jonathan Calleri demonstrou frustração por não ter ficado no Boca Juniors. O reforço do time do Morumbi lamentou a saída e disse que apesar de estar feliz pela oportunidade de jogar em um grande clube do Brasil, gostaria de ter continuado na equipe em que foi campeão argentino no ano passado.

"Chego com muita vontade e expectativas, espero dar o melhor de mim. O São Paulo é um clube muito grande, mas eu queria ter ficado no Boca", comentou o jogador em entrevista à imprensa argentina no aeroporto de Ezeiza, em Buenos Aires. "Não queria sair e eles sabem disso. Falem o que quiserem, eu não minto", completou o atacante.

Calleri passou um ano e meio no Boca Juniors e saiu após ser comprado por um grupo de empresários, que o registrou no Deportivo Maldonado, do Uruguai. O vínculo com o São Paulo será por empréstimo até junho, quando o acordo prevê a ida do argentino para o futebol italiano, provavelmente a Inter de Milão.

O argentino chega como indicação do técnico Edgardo Bauza. "O fato de Bauza ter me chamado para defender o São Paulo foi muito importante, pelo fato de se preocupar tanto em me contratar. Vou lutar por meu espaço neste grande clube", afirmou o atacante, que criticou também a diretoria do Boca. "Queria continuar, mas o clube decidiu me vender. Gostaria de jogar na Europa, mas tive que ir ao São Paulo e isso tem muito de Bauza. É uma equipe protagonista como o Boca."

O jogador de 22 anos também prevê que seria desconfortável enfrentar a sua ex-equipe em um provável confronto pela Copa Libertadores. "Seria muito estranho enfrentar o Boca na Libertadores, porque deixei uma parte do meu coração lá", comentou o atleta, que desembarca no Brasil nesta segunda-feira.

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