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Copa 2014

Orgulhoso dos EUA, Jürgen Klinsmann prevê futuro promissor

Fernando Faro - Enviado especial a Salvador - O Estado de S. Paulo

02 Julho 2014 | 08h 25

Treinador alemão continua no comando da seleção norte-americana

Jürgen Klinsmann lamentou a derrota dos Estados Unidos para a Bélgica, que custou a eliminação nas oitavas de final da Copa do Mundo, mas adotou um discurso positivo e projetou um futuro a curto prazo bastante promissor para a seleção norte-americana. O time nacional caiu por 2 a 1 diante dos belgas, na última terça-feira, na Arena Fonte Nova, em Salvador.

Segundo o técnico, sua principal preocupação de momento é dar prosseguimento ao processo de rejuvenescimento e amadurecimento tático da equipe. Klinsmann fez uma análise positiva sobre o trabalho desenvolvido e admitiu já pensar no novo ciclo de olho na Olimpíada e na Copa América, que acontecerá em 2018 nos Estados Unidos.

Adrian Dennis/AFP
Técnico alemão Jürgen Klinsmann segue no comando da seleção norte-americana mesmo após eliminação da Copa

"Evoluímos demais nos últimos anos e construímos os alicerces que serão aproveitados no futuro, recrutamos jovens jogadores e conseguimos muita coisa. Depois de uma derrota como essa precisamos aprender a seguir em frente, mas vimos alguns grandes jogadores em ação e jovens de muito talento que poderão ser utilizados nesse novo ciclo dos Jogos Olímpicos do Rio e também na Copa América", analisou.

Sobre a partida, ele lamentou a derrota, mas não demonstrou abatimento porque, em seu entendimento, os jogadores foram ao limite físico e técnico contra os belgas e caíram diante de um adversário de grande nível.

"É uma pena para nós, mas acho que demos nosso máximo para os fãs. Muito drama, tensão, tudo o que a plateia gosta. Preciso parabenizar a Bélgica pela vaga, eles são uma grande equipe, com jogadores excelentes. Fomos ao extremo e estou muito orgulhoso por hoje (terça), eles deram tudo o que tinham e tenho certeza de que eles deixaram o país muito orgulhoso", ressaltou.

Klinsmann continuará o processo de fortalecimento do futebol nos Estados Unidos com tranquilidade. Antes da Copa, ele renovou contrato até a Copa de 2018, na Rússia. "Espero estar lá, sim", disse o comandante.

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