PontePress/Raul Sauan
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Ponte já trabalha para se manter em alto nível

Clube contratou Emerson Sheik para o lugar de Pottker, além de Xuxa, do Mirassol e outros reforços

Gonçalo Junior e Nathalia Garcia, O Estado de S.Paulo

07 Maio 2017 | 07h00

A Ponte não pôde fazer o treino tradicional aberto ao público, na véspera da partida, no estádio Moisés Lucarelli. Como o estado do gramado estava inadequado, o trabalho de ontem foi marcado para o CT do Jardim Eulina, que não tem infraestrutura para receber o torcedor.

Após a primeira partida da final estadual contra o Corinthians, em Campinas, o entusiasmo da torcida diminuiu. Os 2,2 mil ingressos ficaram à disposição entre quinta-feira e sexta-feira, depois de um dia de venda exclusiva para os sócios. Antes do primeiro jogo, os 17 mil foram adquiridos em sete horas, com filas ao redor do estádio. A diretoria ofereceu oito ônibus gratuitos para a partida desta tarde, em São Paulo.

Independentemente do resultado de hoje, a Ponte quer modificar a rotina de desmanche dos times do interior após uma boa campanha no Campeonato Paulista. Para a saída já anunciada de Willian Pottker (vai para o Internacional), o clube contratou Emerson Sheik, que será a referência ofensiva e um dos líderes do elenco de Campinas.

No lugar de Clayson, uma das revelações do torneio e que deverá se transferir para o próprio Corinthians, o time de Gilson Kleina deve apostar no atacante Fernandinho, revelação do Noroeste na Série A3 do Campeonato Paulista. O atacante de 19 anos ajudou o clube a se livrar do rebaixamento para a quarta divisão – disputou nove jogos e marcou um gol pela equipe de Bauru. Ele deverá ser aproveitado no sub-20 da Ponte para ganhar experiência.

Já estão integrados os laterais-esquerdos Fernandinho (ex-Botafogo-SP) e João Lucas (ex-Novorizontino), além do meia Xuxa (ex-Mirassol). Aos 38 anos, Sheik vai fazer um trabalho de transição física antes de poder estrear. Ele treinou normalmente ontem e hoje.

O próximo jogo da Ponte Preta – ainda sem Emerson Sheik – será na terça-feira, pela Copa Sul-Americana. Depois do empate por 0 a 0 no confronto de ida, em Campinas, a Ponte joga por um empate com gols – ou vitória – para se classificar. Após chegar à final do Paulistão, a diretoria tentou adiar o duelo da volta, mas o pedido foi negado pela Conmebol.

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