Ponte Preta tenta resolver ausências ofensivas para partida diante do Botafogo

Sem Pottker e Clayson, equipe do técnico Gilson Kleina tenta se reinventar para a segunda rodada do Brasileiro

Estadão Conteúdo

19 Maio 2017 | 20h02

Depois de perder dois titulares, a Ponte Preta se concentra agora na reposição tanto do artilheiro William Pottker, negociado com o Internacional, como Clayson, que acabou de ir para o Corinthians. Resolver as vacâncias ofensivas é o que têm queimado os neurônios do técnico Gilson Kleina. Por conta disso, ele fez mistério na escalação contra o Botafogo, neste domingo, no estádio do Engenhão, no Rio, pela segunda rodada do Campeonato Brasileiro.

O grupo voltou a treinar nesta sexta-feira. Mas com portões fechados e sem a palavra oficial do técnico. A mudança no ataque passou a ser imperativa, uma vez que Clayson participou da goleada sobre o Sport por 4 a 0, inclusive marcando dois gols. O seu substituto é desconhecido.

Uma das opções é Lins, que atua mais pela beirada do campo. A outra é o jovem Yuri, que atua centralizado e segura mais a marcação dos zagueiros adversários. Ele atuou desta forma no empate por 1 a 1 com o Gimnasia y Esgrima, na Argentina, pela rodada de volta da primeira fase da Copa Sul-Americana. Mas é possível até que o time só fique com Lucca na frente, com a entrada do meia Xuxa um pouco mais atrás.

Mudança certa é a volta do volante Fernando Bob no lugar de Naldo. O capitão do time foi poupado da estreia, mas já está totalmente recuperado do desgaste gerado pela sequência de jogos. A diretoria voltou a alertar que desconhece, de forma oficial, o interesse do São Paulo pelo jogador, que tem vínculo com o Internacional. De qualquer forma, a Ponte Preta tem prioridade na aquisição dos direitos federativos, em um valor aproximado de R$ 4 milhões.

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