Quique García/EFE
Quique García/EFE

Presidente do Barcelona manifesta apoio a Messi após pena ser confirmada

Argentino tem condenação por crimes fiscais confirmada pela Suprema Corte da Espanha

Estadão Conteúdo

24 Maio 2017 | 17h26

Logo após o craque argentino Lionel Messi ter sua a pena de 21 meses de prisão confirmada pela Suprema Corte da Espanha, nesta quarta-feira, o presidente do Barcelona, Josep Maria Bartomeu, manifestou apoio ao jogador e para sua família.

A informação foi noticiada pelo porta-voz do clube espanhol, Josep Vives, que declarou em nota publicada no site da equipe: "O Barcelona reitera uma vez mais seu total apoio ao jogador, a seu pai, Jorge Messi, e a toda família. Nesta mesma tarde, o presidente do clube Josep Maria Bartomeu se colocou em contato com Jorge Messi e com toda a família para manifestar de novo o seu apoio".

A nota explica, ainda, que "a família se mostrou muito agradecida, não apenas pelo gesto de hoje (quarta-feira), mas também por ter recebido esse apoio durante todo o processo. O clube, e não poderia ser de outra maneira, continuará prestando o apoio".

Nesta quarta-feira, a Suprema Corte da Espanha manteve a pena de 21 meses a Lionel Messi por três crimes fiscais - ele fora condenado em primeira instância em julho de 2016 pela sonegação de 4,1 milhões de euros (aproximadamente R$ 15 milhões), referentes aos anos de 2007 a 2009, quando obteve lucros não declarados de mais de 10 milhões de euros (R$ 36,5 milhões).

O código criminal espanhol, no entanto, permite que penas inferiores a 24 meses possam ser transformadas em multas. Lionel Messi, assim, não corre risco de ser preso e terá de pagar 2 milhões de euros (R$ 7,3 milhões). Já seu pai, que teve a pena de 21 meses de reclusão reduzida para 15 meses, recebeu multa de 1,5 milhão de euros (R$ 5,4 milhões).

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