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Punido, Beckenbauer cooperará com investigação da Fifa

AE-AP - Agência Estado

15 Junho 2014 | 11h 21

Punido na última sexta-feira com uma suspensão de 90 dias por supostamente ter se recusado a colaborar com uma investigação da Fifa, Franz Beckenbauer avisou, por meio de um comunicado publicado neste domingo, que irá cooperar com a entidade e responderá as questões feitas a ele até no máximo o próximo dia 27.

Campeão do mundo com a seleção alemã como jogador em 1974 e depois como técnico em 1990, Beckenbauer foi provisoriamente suspenso de qualquer atividade relacionada ao futebol após a Fifa concluir que o kaiser não ajudou como deveria com o processo de apuração dos fatos relacionados às denúncias de corrupção ligadas ao processo de votação que elegeu o Catar como sede da Copa de 2022.

Neste domingo, porém, o representante do ídolo alemão, Marcus Hoefl, usou a sua página no Twitter para divulgar o comunicado no qual destacou que o fato de Beckenbauer responder questões feitas a ele não significa que seja suspeito de ter violado o Código de Ética da Fifa, assim como espera que "a punição imposta contra ele seja anulada imediatamente".

Por causa da punição, Beckenbauer teria revelado no último sábado, em entrevista ao jornal Bild, que não virá mais ao Brasil para acompanhar a Copa do Mundo, como anteriormente estava planejado, por considerar que não será mais "bem-vindo" pela Fifa no País. Entretanto, o ícone alemão enfatizou neste domingo que "em nenhum momento descartou responder as perguntas" feitas a ele pela entidade, assim como seu representante qualificou que o Bild interpretou "erroneamente" uma declaração do kaiser sobre a chance dele vir ao País do Mundial. Ele informou que seu cliente "acompanharia o desenvolvimento" do caso antes de decidir se viajará ou não.

Por meio do comunicado deste domingo, o representante do astro ainda explicou que nunca esteve em questão se ele iria responder os questionamentos da Fifa, mas sim "como" ele faria isso. "Franz Beckenbauer responderá as questões escritas em alemão", esclareceu Hoefl, destacando também que seu cliente ficou "surpreso" com a suspensão aplicada pela Fifa. Na última sexta-feira, ele já havia sido irônico ao dizer em uma entrevista que "pensava que era ''1º de abril'' e que isso (a sanção) era uma ''pegadinha'' de abril".

Após ser punido, o ídolo maior da história do futebol alemão justificou a sua suposta omissão na investigação da Fifa com o fato de que as perguntas enviadas a ele foram feitas em inglês, assim como alegou que a Fifa se negou a receber as respostas em alemão. Para completar, negou qualquer envolvimento em possíveis atos de corrupção durante o processo de escolha da sede da Copa de 2022. Ele era um membro do Comitê Executivo da entidade que votou para eleger o Catar, em 2010, como sede do Mundial.

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