Jonathan Lins/RCortez/CSA
Jonathan Lins/RCortez/CSA

Rosinei, ex-Corinthians, tenta levar o CSA ao título inédito

Veterano é o destaque do time alagoano na decisão de Série C contra o Fortaleza

Éros Mendes e Filipe Strazzer, ESPECIAL PARA O ESTADO

21 Outubro 2017 | 07h02

Com 34 anos, o volante Rosinei é tratado pelos outros atletas do CSA como referência. Campeão brasileiro pelo Corinthians (2005) e da Libertadores pelo Atlético-MG (2013), o jogador é um dos mais experientes do grupo e sabe da importância dessa vivência para o elenco antes da decisão da Série C neste sábado, contra o Fortaleza.

“Tudo aquilo que aprendi lá atrás eu procuro passar para meus companheiros. Busco sempre dar uma orientação, às vezes no posicionamento, às vezes um passe, uma visão de jogo que a gente não percebe”, diz. Para a final, Rosinei afirma que já aconselhou os colegas. “Temos de estar com a cabeça fria e o coração fervendo para não sermos surpreendidos”.

Outro destaque é o meia Daniel Costa. Aos 29 anos e com 11 clubes na carreira, ele é o líder técnico do Azulino. Com estilo de jogo clássico, o meio-campista tem nas bolas paradas um dos pontos fortes do seu jogo. Este ano, foram 35 aparições e cinco gols anotados. Na primeira partida da final, diante do Fortaleza, teve exibição de gala, com direito a chapéu e participação nos dois gols da equipe.

Agora, às vésperas da decisão, o maestro, comemora a boa fase e diz que o apelido de Maestro foi algo que surgiu naturalmente ao longo dos anos. "Tenho vivido um bom momento junto com a equipe. Consegui crescer e participar efetivamente de lances importantes. Sobre o apelido, foi algo natural, porque penso o jogo, mas não busquei por isso".

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