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São Paulo espera sinal do Milan para fechar com Kaká

Presidente Carlos Miguel Aidar confirma conversa. Meia deve atuar no Brasil até o início de 2015, antes de ir para os EUA 

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Fernando Faro,
O Estado de S. Paulo

19 Junho 2014 | 17h29

Atualizada às 17h55

O São Paulo entrou firme na disputa para tirar Kaká do Milan. A diretoria são-paulina aguarda um posicionamento dos italianos para acertar com o jogador e repatriá-lo após nove anos na Europa. O presidente do clube, Carlos Miguel Aidar, deixou escapar a informação na Arena Corinthians, onde foi assistir ao jogo entre Uruguai e Inglaterra, na tarde desta quinta-feira, pela segunda rodada do Grupo D da Copa do Mundo.

"Estamos conversando. Falta muita coisa ainda. Dependemos do Milan e ainda não está fechado com ele. Estamos conversando", contou o presidente do São Paulo, em contato com a reportagem na tarde desta quinta-feira.

 

Como tem pré-contrato com o Orlando City, da Major League Soccer, e a liga dos Estados Unidos só começa em março, a maior viabilidade de acordo é para que Kaká jogue no São Paulo até o início da competição na MLS. Curiosamente, São Paulo e Orlando City se tornaram parceiros e farão um amistoso nessa sexta-feira às 21 horas. O Tricolor foi convidado a fazer sua intertemporada na Flórida.

 

Kaká tem uma cláusula no contrato com o Milan que permite sua saída caso o clube não se classificasse para competições europeias na próxima temporada, o que acabou se confirmando. O São Paulo sempre teve desejo de trazê-lo de volta para o Morumbi, de onde saiu por US$ 8,5 milhões em 2003.

Na Itália, com a camisa do Milan, Kaká chegou ao estrelato e foi eleito melhor jogador do mundo em 2007. Desde que foi para o Real Madrid, em 2009, passou a sofrer com lesões que o impediram de registrar as grandes atuações de outros tempos.

 

Esquecido pelo então técnico do Real, o português José Mourinho, ele virou fiasco na Espanha graças aos 65 milhões de euros investidos pelos espanhóis para contratá-lo. Voltou ao Milan no meio da última temporada e teve desempenho regular, mas incapaz de levar a equipe às competições europeias.

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