Felipe Rau/Estadão
Felipe Rau/Estadão

São Paulo tenta evitar que saída de Pinotti afete planejamento de 2018

Diretor deixou o cargo executivo do departamento de futebol na última quarta-feira

Matheus Lara, O Estado de S.Paulo

07 Dezembro 2017 | 07h00

O pedido de demissão de Vinicius Pinotti, então diretor executivo de futebol do São Paulo, nesta quarta-feira, pegou muita gente de surpresa no clube, ainda que a relação dele com o presidente Carlos Augusto de Barros e Silva já estivesse conturbada. De olho em 2018, o São Paulo agora tenta evitar que a saída de Pinotti possa atrapalhar o planejamento para a próxima temporada.

Pinotti pede demissão da diretoria de futebol do São Paulo

Nos corredores do Morumbi, há receio de que negociações de possíveis reforços, em que Pinotti era um dos principais agentes do São Paulo, possam ser afetadas. Um exemplo é a avançada conversa que o time tinha com o Bahia pelo goleiro Jean. O dirigente tratava deste assunto.

O Estado apurou que o São Paulo, porém, confia nos profissionais, como o advogado do departamento de futebol, Alexandre Pássaro, e o diretor adjunto Fernando Chapecó, que continuam nos cargos. Eles devem conduzir e ganhar maior protagonismo nas negociações neste fim de ano, juntamente com o presidente Leco.

A tendência é que o presidente tricolor defina ainda nesta semana um substituto para Pinotti. O ex-jogador Raí é visto como o nome mais cotado para o cargo. Mas nem ele nem o presidente responderam as ligações do Estado. Raí já ajuda o São Paulo como colaborador, mas o clube o ajuda a desenvolver seu lado gerenciardor em cursos na Europa. É inegável que Raí se prepara para assumir postos mais relevantes no futebol brasileiro. Ocorre que ele está à frente de outros projetos pessoais, fora do Morumbi, e precisaria acertar sua agenda para tocar todas as funções.

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