Nelson Perez/FFC
Nelson Perez/FFC

Sornoza celebra vitória em clássico e garante: 'Momento do Flu é muito bom'

Meia destaca volta do otimismo ao grupo depois de virada sobre o Botafogo

Estadão Conteúdo

07 Novembro 2017 | 14h38

A vitória do Fluminense no clássico diante do Botafogo, sábado, após quatro partidas seguidas sem resultados positivos, foi suficiente para mudar o ambiente do clube. Prova disso foi a entrevista coletiva dada nesta terça-feira pelo meia Sornoza, que exaltou a fase do time e se mostrou otimista para o duelo diante do Coritiba, nesta quinta, no Rio, novamente pelo Brasileirão.

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"Temos que estudar o adversário, sim, mas também estamos passando por um momento muito bom, apesar de os resultados não terem sido favoráveis em alguns jogos. É um adversário direto e queremos conseguir os três pontos, que nos daria muita tranquilidade na tabela", declarou.

A eliminação nas quartas de final da Copa Sul-Americana diante do Flamengo ainda incomoda o Fluminense, mas o triunfo de sábado deu forças para a equipe na luta pela vaga na Libertadores. São cinco pontos de diferença justamente para o rival rubro-negro, que fecha a zona de classificação para o torneio na atualidade, mas Sornoza se mostrou otimista.

"O elenco está muito motivado. Depois de passar um Fla-Flu que encheu todos de tristeza, tivemos outro clássico em que a equipe se entregou ao máximo, lutou até o final e conseguiu vencer o Botafogo. Nos restam seis jogos e tomara que consigamos somar os pontos necessários para nos levar à Libertadores", disse.

Sornoza ressaltou a volta por cima do Fluminense após uma série de problemas físicos nesta temporada. O próprio equatoriano ficou cerca de 100 dias afastado por causa de uma grave lesão, mas se recuperou e aos poucos vai retomando o melhor futebol para ajudar o time tricolor.

"Vaga na Libertadores seria algo extraordinário. Passamos por muitas lesões. Há companheiros que só voltam ano que vem. Seria incrível", comentou. "Estou muito bem fisicamente, 100%. Tenho muito que agradecer ao corpo médico e ao Filé (o coordenador de fisioterapia Nilton Petroni), que esteve sempre junto comigo."

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