Cesar Greco/Ag. Palmeiras
Cesar Greco/Ag. Palmeiras

Técnico do Palmeiras culpa gramado por derrota na Bolívia

Para Eduardo Baptista, campo em Cochabamba atrapalhou toque de bola em jogo da Copa Libertadores

O Estado de S. Paulo

04 Maio 2017 | 07h00

O técnico do Palmeiras, Eduardo Baptista, disse nesta quarta-feira que o gramado prejudicou muito o time na derrota por 3 a 2 para o Jorge Wilstermann, em Cochabamba, na Bolívia, pela Copa Libertadores. O resultado não tira a liderança do time no grupo 5 e exige na próxima rodada um empate no Allianz Parque, dia 24, contra o Tucumán, para garantir a classificação.

Na entrevista coletiva após o jogo, o treinador afirmou que o piso seco e de má qualidade atrapalhou o andamento da equipe. "O time do Palmeiras é muito técnico e tenta usar a bola no chão. Tivemos muita dificuldade com isso. Fizemos um bom primeiro tempo até levar os gols. Mas quando tentamos jogar, fomos muito atrapalhados pelo campo e o Palmeiras tem como característica jogar com a bola no chão", disse o treinador.

Se conseguisse o empate, o Palmeiras retornaria ao Brasil garantido na próxima fase e com o primeiro lugar do grupo confirmado. "Perdemos muito a bola e demos muitos contra-ataques. Além disso, também não fizemos um bom jogo. Vacilamos em cinco minutos e tomamos dois gols no primeiro tempo. Até tentamos recuperar com as substituições, mas não foi suficiente", comentou.

"Foi mais mérito do Wilstermann por conhecer o campo, a atmosfera. Nós tomamos dois gols em que erramos o tempo de bola", explicou o treinador. O elenco terá agora uma pausa de dez dias até o próximo compromisso. O Palmeiras só volta a campo no dia 14, quando o recebe o Vasco, no Allianz Parque, pela abertura do Campeonato Brasileiro. Dias depois, também em casa, a equipe vai estrear na Copa do Brasil, com o jogo válido pelo confronto de ida das oitavas de final contra o Inter.

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