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Torcedores chilenos se dizem prontos para exorcizar maldição brasileira

ESTEBAN ISRAEL - REUTERS

23 Junho 2014 | 13h 18

A seleção do Chile vai entrar em campo nesta segunda-feira com um obsessão: derrotar a Holanda para evitar o confronto nas oitavas de final com o Brasil, equipe que eliminou os chilenos em três Mundiais anteriores.

Mas se perguntarmos aos milhares de torcedores chilenos de vermelho que afluíram para a Arena Corinthians, em São Paulo, eles dirão que, após derrotarem a atual campeã Espanha, estão prontos para despachar também o Brasil.

"Evitar o Brasil seria o ideal", disse Rómulo Pulgar, um empresário da cidade de Temuco, no sul do Chile, que saía da estação de metrô perto do estádio com um grupo que gritava "compro ingressos".

"O Brasil é um bicho-papão para o Chile, mas a verdade é que estamos com tanta confiança que seja quem for vamos dar conta", afirmou.

Após derrotar a Austrália por 3 x 1 e a Espanha por 2 x 0, o Chile é uma as maiores surpresas do Mundial no Brasil, e ainda que esteja classificado para as oitavas de final, caso fique em segundo de seu grupo pode ter que enfrentar o líder do Grupo A, muito provavelmente o Brasil.

Não pesa somente que os brasileiros joguem em casa, mas também o fato de que o Brasil deixou em frangalhos os sonhos dos chilenos na semifinal da Copa do Chile em 1962, nas oitavas na França em 1998, e nas oitavas na África do Sul em 2010.

Fora de campo o Chile conta com o apoio de cerca de 40 mil torcedores, cuja empolgação transbordou quando 150 pessoas invadiram o centro de mídia do Maracanã antes da partida contra a Espanha, e seis foram detidos por tentar forjar credenciais de imprensa.

A euforia se explica porque o Chile tem demonstrado uma enorme confiança de ir longe no Mundial, apoiado por uma série de jogadores de alto nível como Alexis Sánchez, do Barcelona, e Arturo Vidal, da Juvenuts.

Ao ser questionado por jornalistas, Vidal não titubeou: "Esta é a melhor geração do futebol chileno na história".

Para a Holanda basta um empate para garantir a liderança do grupo. O Chile, com pior saldo de gols, precisa de uma vitória.

"O Brasil, no mano a mano, seria incrível", disse Víctor Sepúlveda, um engenheiro de 28 anos com a cara pintada de vermelho, branco e azul, as cores da bandeira chilena. "Mas esta geração de jogadores não tem medo. Esta geração é especial."

"Além disso", disse, "a história está para mudar."

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