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Torcida do Palmeiras faz a festa e celebra 'Ano Novo' alviverde

Daniel Batista - O Estado de S.Paulo

26 Agosto 2014 | 01h 55

Cerca de mil pessoas tomaram a Rua Turiaçu, em frente a uma das entradas da Allianz Parque, e fizeram contagem regressiva 

O Palmeiras comemora nesta terça-feira 100 anos de sua fundação com uma grande festa no Citibank Hall, na zona oeste de São Paulo, a partir das 19h, mas ontem mais de mil torcedores se reuniram em uma das entradas da Allianz Parque para celebrar o centenário do clube. Quando o relógio marcou meia-noite, os alviverdes soltaram por cerca de 25 minutos fogos de artifício.

A rua teve de ser fechada pela Polícia Militar e a região foi tomada por faixas e bandeiras do clube. Muitas avenidas tiveram trânsito e os bares ficaram lotados para a festa. Nas mídias sociais, os palmeirenses também fizeram muita festa.

Apesar do ambiente de celebração, a apreensão é grande em relação à segurança do local onde ocorrerá a festa oficial. Os dirigentes têm recebido diversas informações de que membros de torcidas organizadas farão protesto na frente da casa de shows. Na mesma hora, a Mancha Alviverde fará uma festa para celebrar a data.

A segurança será reforçada, para evitar que os cerca de dois mil convidados para o evento, principalmente a diretoria, sofra qualquer incômodo. Mas existem ainda boatos de que conselheiros convidados e que são contra o presidente Paulo Nobre farão uma manifestação dentro da festa.

Os números não foram divulgados, mas o clube deve reforçar a segurança dentro e fora da casa de shows, para garantir a comemoração sem incidentes. Haverá show musical – que pode ser de uma atração internacional –, museu interativo e exposição com algumas das peças conquistadas durante os 100 anos de história do clube.

Além disso, ídolos da história do Palmeiras vão marcar presença. Existe a possibilidade de alguns atletas do atual elenco comparecerem por um curto espaço de tempo, já que o time estará concentrado para a partida contra o Atlético-MG, amanhã, pela Copa do Brasil. Alguns conselheiros receberam o convite, que custa cerca de R$ 1,2 mil, mas devolveram por serem contra a realização da festa e também porque são contrários à gestão de Nobre, que tentará a reeleição em outubro.