Washington promete gols para ir à Copa

A Ponte Preta tem um confronto direto com o Corinthians, neste sábado à tarde, às 16h, no Morumbi, pelo Rio-São Paulo. O time de Campinas ocupa a oitava colocação no torneio, com 14 pontos, um a menos que o adversário e sabe que uma vitória pode deixar a equipe na zona de classificação para a segunda fase da competição. O atacante Washington é a grande esperança de gols do time e quer esquecer o episódio de quarta-feira contra o Juventude, quando tentou agredir o auxiliar de arbitragem. Sob tensão, o jogador espera fazer parte da lista dos 23 que vão disputar a Copa do Mundo de 2002 e para isso, promete marcar gols."O centroavante depende de gols. Eu, então, mais do que nunca, porque só assim posso manter viva a esperança de ser convocado para a seleção", disse o atacante, que pretende lutar pela artilharia do Rio-São Paulo, onde já marcou oito gols. Ele ainda está atrás de Romário(9), França(10) e Dodô(12), mas promete lutar para alcançá-los e pretende repetir a façanha do ano passado, quando foi artilheiro do Campeonato Paulista, com 16 gols; da Copa do Brasil, com 11(recorde da competição) e marcou 18 gols pelo Campeonato Brasileiro. O atacante, nos treinos finais desta sexta-feira cedo, no Centro de Treinamento, evitou falar sobre os incidentes ocorridos após a vitória sobre o Juventude, por 1 a 0, pela Copa do Brasil. A Ponte foi eliminada porque precisava marcar três gols. "Isso é passado. Não acho que é estresse, mas sei que o momento é importante e todo mundo está me vendo com olhos diferentes", garantiu. A diretoria garante que independente do resultado, a comissão técnica está garantida. Fora de casa e contra um adversário com três atacantes, o técnico Oswaldo Alvarez poderia até tomar alguns cuidados defensivos. Mas desistiu de escalar três zagueiros, dando moral ao time que atuou no último jogo. Apenas confirmou o retorno do zagueiro Alex Oliveira, que cumpriu suspensão, no lugar de Luis Carlos. O esquema é parecido com o de Carlos Alberto Parreira, com o meia Adrianinho jogando como um terceiro atacante ao lado de Washington e Jean. "Este é meu estilo de jogo. Não gosto de ser diferente?, justifica Vadão.

Agencia Estado,

15 Março 2002 | 16h42

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