Fabio Leoni/Ponte Press
Fabio Leoni/Ponte Press

Yago e Clayson fazem tratamento intensivo e devem jogar pela Ponte Preta na final

Segunda partida acontece neste domingo na Arena Corinthians

O Estado de S.Paulo

02 Maio 2017 | 19h58

Com a determinação da diretoria e o apoio da comissão técnica, a Ponte Preta vai mandar a força máxima contra o Corinthians no segundo jogo da final, neste domingo, na Arena em Itaquera, pelo título do Campeonato Paulista. Por isso, o zagueiro Yago e o meia Clayson, ambos contundidos, vão trabalhar de forma intensiva para estarem em campo na tentativa do milagre - reverter a vantagem corintiana de 3 a 0, conquistada em Campinas (SP). A equipe campineira precisa devolver o placar para levar a definição aos pênaltis ou golear por quatro ou mais gols de diferença.

O médico Roberto Nishimura mostrou muita confiança de que os dois lesionados estejam em boas condições para o segundo jogo final. Clayson só sentiu dores no joelho, devido ao desgaste dos últimos jogos. Basicamente, precisa apenas de repouso para uma plena recuperação.

Com relação a Yago, ele tem apenas um dor na parte posterior da coxa direita, mas não representa problema. Desta forma, espera-se que ele esteja em campo ao lado de Marllon, que cumpriu suspensão automática e volta na vaga de Fábio Ferreira. Este, aliás, já tem encaminhada a sua volta ao Criciúma, onde atuou entre 2013 e 2015.

Por mais que a comissão técnica tente mostrar confiança, os jogadores voltaram aos treinos nesta terça-feira bem abatidos. Eles não esperavam a derrota inicial, muito menos pelo placar elástico que praticamente inviabilizou a conquista do inédito título.

Para evitar a exposição dos jogadores, quem apareceu para a entrevista coletiva, desta vez, foi o gerente de futebol Gustavo Bueno. Ele tratou de reafirmar a disposição do clube em lutar até o final, em um discurso já manjado no futebol. "Nós temos que brigar até o final porque ainda há esperança. Nós temos condições de reagir porque se tivemos uma tarde infeliz o mesmo pode acontecer com nosso adversário. No futebol, tudo é possível", afirmou.

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