Wilton Junior/Estadão
Wilton Junior/Estadão

'Até agora só bati na trave e não consegui as metas', diz Cielo após novo bronze

Cielo voltou a afirmar que seu foco é a prova deste sábado, os 50 m livre

Marcio Dolzan, Estadao Conteudo

05 Maio 2017 | 21h54

Cesar Cielo voltou a repetir o terceiro lugar no pódio em sua segunda prova no Troféu Maria Lenk, que está sendo realizado no Parque Aquático Maria Lenk, no Rio. O nadador do Pinheiros-SP, que voltou a treinar em fevereiro após ficar quase um ano afastado das piscinas, não se importou de ter ficado de fora do lugar mais alto do pódio, mas lamentou a sua marca de 23s22, acima do que ele tinha estipulado como meta.

"Tinha mirado um pouquinho mais baixo que isso. Minha meta era 23s0 e não fugiu muito. No finalzinho pesou demais, talvez se eu tivesse antecipado uma respiração pudesse ter nadado um pouco melhor", avaliou o nadador, logo após a prova.

Cesar Cielo voltou a afirmar que seu foco é a prova deste sábado, que pode colocá-lo no Mundial de Esportes Aquáticos, em agosto, na cidade de Budapeste, na Hungria. "Não treinei nada de borboleta este ano e sabia que a prova de 50 metros neste estilo não ia valer como classificação para o Mundial. É um nado que eu estou sem ritmo, então vou tentar melhor para o futuro e focar nos 50 metros livre amanhã (sábado)".

O nadador tem uma meta bem definida. "Vou ficar mais esperto amanhã (sábado) que é muito parecido (com a prova desta sexta-feira). Vou focar bem nessa parte de apneia para ter esse fim de prova final. Eu acredito que meus 50 livre vão ser minha melhor prova na competição, então vou tentar nadar pra 21s7, 21s8", pontuou.

Alcançar o tempo é um dos seus principais objetivos. "Até agora só bati na trave e não consegui as metas", lamentou Cesar Cielo. "No geral não foi ruim nenhuma das provas. Eu tenho que ter consciência de que, apesar de eu ser um competidor, que não é com três meses de treino que eu iria voltar com a forma de tricampeão mundial. Preciso dar tempo para o meu corpo, pegar ritmo", declarou.

Vencedor dos 50 metros borboleta, Nicholas Santos, da Unisanta-SP, bateu o recorde sul-americano com a marca de 22s61 e se disse realizado. "Eu busquei esse tempo, foi até melhor do que eu esperava", comentou. "Agora vou atrás do recorde mundial".

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