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Boxe brasileiro encerra Pré-Olímpico com uma vaga conquistada e outra encaminhada

O Pré-Olímpico das Américas de Boxe chegou ao fim no sábado à noite, em Buenos Aires, com um resultado frustrante para o Brasil. Só Juan Nogueira, terceiro colocado no peso pesado (até 91kg) conquistou a vaga olímpica. Os outros cinco pugilistas que foram à competição falharam no objetivo.

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Estadão Conteúdo

20 Março 2016 | 11h50

Para Andréia Bandeira, da categoria feminina até 75kg, a competição não foi tão ruim. No sábado ela venceu Yenebier Benitez, da República Dominicana, e terminou em terceiro. A competição só classificava as duas primeiras, mas ela pode herdar uma vaga no Rio-2016 porque as duas finalistas - Claressa Shields, dos EUA, e Ariane Fortin, do Canadá - são fortes candidatas à medalha no Mundial Feminino que vai acontecer em maio, no Casaquistão. Claressa, aliás, é soberana na categoria.

Caso uma delas vá ao pódio, consegue novamente a classificação olímpica e abre espaço para a terceira colocada em Buenos Aires - no caso, Andréia. Grazieli Jesus, da categoria até 51kg, perdeu a disputa do quarto lugar e depende que as duas finalistas do Pré-Olímpico ganhem medalha no Mundial. Ainda há também a possibilidade, improvável, de a brasileira mesmo ser semifinalista no Mundial para ficar com uma vaga no Rio.

No masculino, o Brasil não conseguiu classificação a três categorias. Por isso, vai lutar o Pré-Olímpico Mundial em junho, no Azerbaijão, em busca dessas vagas. Entre os médios (75kg) e nos meio-pesados (69kg) serão cinco credenciais em jogo. No peso superpesado (+91kg), só uma. Em Buenos Aires, o País foi representado respectivamente por Pedro Lima, Roberto Custódio e Rafael Lima, mas a convocação para a última seletiva pode mudar.

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