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Com oito ouros em 17 provas, EUA seguem dominando Mundial Indoor de Atletismo

Competindo em casa, em Portland, os Estados Unidos estão dominando o Mundial Indoor de Atletismo. Após a realização de 17 provas em três dias, os norte-americanos chegam a este domingo, último dia de competições, com oito medalhas de ouro e 15 no total. Assim, se aproximam de bater o recorde histórico de 10 ouros e 18 medalhas, obtido há quatro anos, em Istambul, na Turquia.

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Estadão Conteúdo

20 Março 2016 | 09h06

Os americanos têm a melhor estrutura do mundo para provas indoor e comprovam isso no Mundial. No sábado, ganharam três ouros. Na prova feminina dos 60m, a vitória ficou com Barbara Pierre, que correu a distância em 7s02. Ela foi seguida da holandesa Dafne Schippers, que vai chegar ao Rio-2016 como atual vice-campeã mundial dos 60m e dos 100m e campeã dos 200m - essas duas provas mais longas só são disputadas no Mundial aberto.

Ashton Eaton segue soberano na prova combinada masculina e venceu no heptatlo, que é a versão indoor do decatlo. Bicampeão mundial outdoor (2013 e 2015), ele agora é tricampeão indoor (2012, 2014 e 2016), além de ter sido campeão olímpico em 2012. No Rio-2016, será favoritíssimo a mais um ouro.

Os EUA ainda ganharam ouro nos 800m, com Boris Berian, e no arremesso de peso feminino, com Michelle Carter. Nos 400m para mulheres, o pódio teve duas americanas, mas o ouro ficou com Oluwakemi Adokoya, do Bahrein. Entre os homens, o título foi para Pavel Maslak, da República Checa.

Os 1.500m para mulheres tiveram quatro etíopes nos quatro primeiros lugares. Só que o ouro, no quadro de medalhas, foi para a Holanda, país que Sifan Hassan defende como naturalizada. Já a China ganhou seu primeiro ouro com Din Dong, no salto triplo.

Curiosamente, tirando os EUA, que têm 15 medalhas, nenhum outro país foi ao pódio mais de três vezes. A segunda do quadro é a Holanda, com um ouro e uma prata. A Rússia, que ganhou oito medalhas em média nas últimas quatro edições, está suspensa por conta do escândalo de doping.

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