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Deivid lamenta sufoco, mas aposta em evolução do Cruzeiro

O técnico Deivid não escondeu a preocupação com o sufoco que o Cruzeiro levou do Tricordiano na noite deste sábado, em rodada do Campeonato Mineiro. Na sua avaliação, o time da capital teria evitado o sofrimento nos cinco minutos finais se tivesse sido mais agressivo ao longo da partida,

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Estadão Conteúdo

21 Fevereiro 2016 | 10h26

"Estou feliz porque a equipe está evoluindo. Começamos a finalizar mais e a tendência é evoluir cada vez mais, mas chateado pelos últimos cinco minutos, em que nós não conseguimos controlar o jogo e sofremos uma pressão desnecessária", admitiu Deivid, ao fim da vitória por 1 a 0, em Sete Lagoas.

Para o treinador, faltou objetividade ao ataque, que poderia tornar a vitória mais tranquila. "Não adianta ter a posse de bola sem ser agressivo. Quero a posse de bola no campo do adversário, temos que ser mais agressivos, chutando, finalizando, tendo oportunidades de gol e isso têm acontecido. Diminuímos um pouco a posse de bola e temos sido mais agressivos", comentou.

"Tem que melhorar a cada dia e não podemos passar esse susto que passamos nos últimos cinco minutos para que a gente tenha o jogo equilibrado, controlar o jogo e sempre vencer", pregou Deivid.

Já a diretoria cruzeirense reclamou do desempenho do árbitro Marco Aurélio Augusto Fazekas Ferreira. Para o vice-presidente Bruno Vicintin, o juiz deixou de marcar um pênalti a favor da sua equipe e ficou devendo cartões amarelos a jogadores do Tricordiano, em razão de faltas que, na sua avaliação, foram excessivas.

"Em quase seis meses como vice-presidente de futebol do Cruzeiro é a segunda vez que vou falar sobre a arbitragem e tenho muito cuidado em falar disso. Na outra vez foi um empate no clássico, em que eu achei que o Cruzeiro foi bastante prejudicado. Claro que o Cruzeiro apoia a arbitragem mineira, que apoiar a renovação do quadro de árbitros, mas para mim foi uma arbitragem mais do que desastrosa", criticou.

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