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Copa 2014

Dilma defende legado de obras em aeroportos para Copa

Beatriz Bulla e Mário Braga - Agência Estado

11 Abril 2014 | 11h 05

Presidente destaca que a taxa de crescimento das pessoas que procuraram voos 'é bastante significativa'

Atualizada às 19h

SÃO PAULO - A presidente Dilma Rousseff saiu em defesa das obras da Copa do Mundo no Brasil. Em discurso em Porto Alegre, durante a inauguração de uma estação de tratamento de esgoto, ela afirmou que com a expansão e a melhorias realizadas no terminal, o aeroporto da capital gaúcha vai ser suficiente e "dar conta de sobra" da demanda gerada pela Copa do Mundo e comentou a situação aeroportuária no País.   "Eles não dão conta de um fato fundamental que ocorreu no Brasil, que é que a população que antes não entrava no aeroporto agora entra e toma o avião", ressaltou.

Para justificar sua opinião, ela citou os terminais da capital gaúcha e da federal, que, segundo ela, são suficientes para o Mundial, mas não para suportar o crescimento de demanda normal do País. "Em Porto Alegre, os terminais 1 e 2 dão conta de sobra para a Copa. Não dão conta para a população, que antes nem entrava num aeroporto e agora entra. Estamos de olho nessa expansão de demanda. Em Brasília a mesma coisa: vamos entregar o Píer Sul agora e dá com sobra para a Copa. Mas nós temos que aligeirar (as ampliações) porque cada vez mais, a cada ano, mais gente usa aeroporto e por isso nós temos que expandir. As obras, rigorosamente falando, atendem a Copa, mas elas não são para a Copa.", disse a presidente.

Dilma destacou que a taxa de crescimento das pessoas que procuraram voos "é bastante significativa". "Hoje, no Brasil, 100 milhões de passageiros utilizam, ao ano, esse sistema de transporte". Segundo a presidente, o governo monitora a necessidade de expansão do terminal existente e também a possível necessidade de construção de um novo aeroporto em Porto Alegre. "Isso tem a ver não com a Copa do Mundo, mas com a nossa situação concreta", afirmou.

A presidente defendeu o legado dos investimentos em infraestrutura decorrentes da realização do evento da Fifa. "As obras, rigorosamente falando, atendem à Copa, mas não são para a Copa. São para o povo desse País, pro povo desse Estado", comentou. Segundo ela, todos os benefícios das obras ficam para o Brasil.   "Quando a gente vai dar uma festa e dá uma melhorada na casa, todos os benefícios ficam para quem mora na casa. É isso que acontece conosco", explicou.

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