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Atilla Kovacs

Fina anuncia Japão e Catar como sede dos Mundiais de Natação

Federação ainda suspendeu o México por desistir de competição

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Estadão Conteúdo

31 Janeiro 2016 | 15h48

A Federação Internacional de Natação definiu neste domingo Fukuoka, no Japão, como sede do Mundial de Esportes Aquáticos de 2021 e Doha, no Catar, para receber a competição em 2023. A Fina ainda suspendeu temporariamente a Federação Mexicana de Natação por desistir de receber o Mundial de 2017.

Soichiro Takashima, prefeito de Fukuoka, que já recebeu a competição em 2001, acredita que a cidade foi escolhida devido ao slogan "compacta no tamanho, grande no entusiasmo". "Tivemos uma grande experiência em 2001 e depois de auxiliar os Jogos Olímpicos de 2020 em Tóquio, teremos uma oportunidade adicional de ajudar a desenvolver essa tradicional competição", comentou.

Thani Abdulrahman Al-Kuwari, secretário geral do Comitê Olímpico do Catar, disse que a disputa com os outros candidatos foi dura - Fukuoka e Nanjing, na China, também estavam nesta briga. "Graças a Deus ganhamos 2023 e isso era o que queríamos. Receber essa competição pela primeira vez no Oriente Médio será uma boa maneira de desenvolver os esportes aquáticos em escala global."

Budapeste, capital da Hungria, receberia o Mundial de 2021, mas no ano passado foi nomeada para abrigar o evento de 2017 depois que o México desistiu de ser sede. Guadalajara havia sido anunciada, mas desistiu alegando problemas financeiros. Por isso, neste domingo a Federação Mexicana foi suspensa provisoriamente.

A Fina ainda comunicou que contratou a empresa de consultoria de François Carrard, ex-diretor-geral do Comitê Olímpico Internacional, para avaliar a governança corporativa da federação de natação e, se necessário, "fornecer recomendações para melhorar as políticas de governança corporativa, processos e estruturas da Fina".

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