Grandes nomes, de hoje e do futuro

Com a Olimpíada do Rio, a América do Sul terá a oportunidade de receber os maiores atletas do mundo. Com a aposentadoria do nadador norte-americano Michael Phelps, o jamaicano Usain Bolt larga em primeiro lugar para ser o grande nome dos Jogos daqui a quatro anos. Seu desafio será se manter como o homem mais rápido do planeta em três olimpíadas consecutivas.

WILSON BALDINI JR., ENVIADO ESPECIAL / LONDRES, O Estado de S.Paulo

13 Agosto 2012 | 03h06

Ainda no atletismo, a russa Yelena Isinbayeva não engoliu o fato de ter fracassado em Londres na sua tentativa de ser tricampeã olímpica no salto com vara. A musa prometeu que não vai para o Rio apenas para tomar sol e curtir as praias. Será sua quarta participação em Jogos Olímpicos.

Se a natação perdeu Michael Phelps, seu maior nome de todos os tempos e o maior ganhador olímpico da história, outras feras das piscinas vão surgir. Uma já causou grande alarde em Londres. A chinesa Ye Shiwen, que chegou a nadar mais rápido do que os homens e foi apontada como "dopada" por jornalistas norte-americanos. Com apenas 16 anos, a asiática já é um dos grandes destaques para Rio/2016.

Os fãs do basquete também terão uma oportunidade ímpar para acompanhar os astros da NBA. Além de mais uma versão do Dream Team, o esporte da cesta vai trazer para o Rio outros grandes jogadores que atuarão na liga norte-americana.

Outra chance que os fãs de esporte não poderão perder é poder ver em ação os líderes do ranking mundial no tênis masculino e feminino. Tudo leva a crer que Rafael Nadal, Roger Federer, Novak Djokovic e Andy Murray ainda estarão na ativa e brigando pela medalha de ouro. Salvo alguma contusão, como ocorreu com Nadal às vésperas dos Jogos de Londres.

O judô também vai despertar grande interesse do público. Além dos grandes judocas nacionais, a modalidade desfruta do carisma e talento do gigante francês Teddy Riner, invicto há quatro anos e aparentemente insuperável na categoria dos pesos pesados. O lutador poderá chegar ao Rio com sete títulos mundiais, além do ouro conquistado em Londres. Detalhe: ele só terá 27 anos em 2016.

O boxe não vai ficar de fora. A garantia de emoção fica por conta da irlandesa Katie Taylor, maior boxeadora do mundo. Com um fã-clube impressionante e maior ídolo de seu país, a pugilista, a exemplo de Riner, deve desembarcar na capital carioca com sete títulos mundiais, além da medalha de ouro que já ganhou em Londres.

O futebol, dois anos depois da Copa do Mundo no Brasil, vai voltar a campos brasileiros com astros que hoje ainda estão na obscuridade. Em quatro anos, com certeza algum craque vai surgir. Uma promessa feita por dirigentes argentinos, já com um gostinho de catimba, é de que nossos hermanos estarão no Rio em busca da medalha de ouro.

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