Jogos Olímpicos chegam ao fim: relembre alguns dos mitos de Londres/2012

O nadador Michael Phelps e o velocista Usain Bolt foram os grandes destaques da competição

O Estado de S.Paulo

12 Agosto 2012 | 15h50

LONDRES - Algumas imagens e vitórias marcarão os Jogos Olímpicos de Londres. É sempre. São recordes, conquistas e superações que fazem das provas olímpicos algo único no universo esportivo. Entre algumas façanhas, claro, dois nomes ecoaram pelo planeta direto de Londres, o de Michael Phelps e o de Usain Bolt. 

 

 Michael Phelps - natação

O norte-americano Michael Phelps se aposentou aos 27 anos, não sem antes colocar no peito 22 medalhas olímpicas, 18 delas de ouro. O nadador disputou as Olimpíadas de Atenas/2004, Pequim/2008 e Londres/2012. A consolidação desses números se deu em Londres. Phelps se tornou na Inglaterra o maior atleta olímpico da história.

 

Usain Bolt - atletismo

A irreverência do jamaicano Usain Bolt só não chama mais atenção que os três bicampeonatos olímpicos conquistados em Pequim e Londres nos 100m, 200m e no revezamento 4x100m. Bolt é o cara das pistas, o homem mais rápido do mundo. E seu carisma está muito acima da média de qualquer outro atleta olímpico.

 

 

Seleção norte-americana de basquete

As estrelas da NBA conquistaram a maior vitória das Olimpíadas em todos os tempos ao massacrar a Nigéria por 156 a 73. Nunca um time de baquete havia feito tantos pontos num único jogo olímpico. Kobe Bryant, Howard, Durante e companhia ainda levaram o ouro para casa ao bater a Espanha na finalíssima.

 

 

Seleção feminina de futebol dos EUA

As carrascas do Brasil em Atenas/2016 e Pequim/2008 chegaram ao terceiro ouro consecutivo em Olimpíadas, a quarta conquista em cinco edições do torneio. As meninas norte-americanas aprenderam mujito mais que os homens a jogar o futebol com os pés.

 

 

Vôlei feminino do Brasil

Novamente o Brasil esteve presente nas finais tanto no masculino quanto no feminino. Mas somente as meninas, lideradas pelo técnico José Roberto Guimarães, que o ouro veio, repetindo o feito de quatro anos antes, quando o time se sagrou campeão em Pequim. O grupo masculino ficou com a prata, fazendo do técnico Bernardinho o maior medalhista do País.

 

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