Ari Ferreira/Estadão
Ari Ferreira/Estadão

Técnico vê time brasileiro pronto para ter sucesso na Copa do Mundo de Ginástica

Marcos Goto chefia delegação que disputa competição em Koper, na Eslovênia, neste final de semana

Estadão Conteúdo

11 Maio 2017 | 21h10

Técnico da equipe masculina e chefe da delegação do Brasil na primeira etapa da Copa do Mundo de Ginástica Artística que disputará no ano, em Koper, na Eslovênia, Marcos Goto apostou no sucesso dos atletas do País. Em especial, ele elogiou o time feminino na véspera do evento que acontece desta sexta-feira até domingo.

"Estou muito contente com o empenho e o comprometimento com que as meninas estão treinando para esta competição. Elas entenderam que necessitamos aumentar as notas de partida para buscar grandes resultados lá na frente. Mas tudo isso só poderia acontecer com o apoio e a dedicação de seus treinadores e respectivos clubes", disse.

A equipe feminina na Eslovênia tem Flávia Saraiva (assimétricas, trave e solo), Rebeca Andrade (salto e assimétricas) e Thaís Santos (solo, salto e trave). O técnico é Roger Medina, mas Goto fez questão de apostar no sucesso das atletas.

"Elas já estão com suas provas ajustadas ao novo código de pontuação. Então, viemos com novas ligações para aumentar as notas de partidas com a Flávia e a Thaís no solo, na trave e nas paralelas. Além disso, estamos testando um salto novo com a Rebeca com o objetivo de conseguirmos ir para a final neste aparelho no Campeonato Mundial."

Já o time masculino tem: Arthur Zanetti (solo e argolas), Francisco Barreto (cavalo, paralelas e barra fixa) e Lucas Bitencourt (solo, cavalo, argolas, paralelas e barra fixa). Um dos técnicos da equipe, Goto, ao lado de Cristiano Albino, também elogiou os ginastas, mas alertou para a possibilidade de erros ao longo do fim de semana.

"Estamos testando séries novas no masculino, fazendo os ajustes necessários ao novo código de pontuação, colocando elementos novos com alto grau de dificuldade para conseguirmos aumentar as notas de partida. Com isso, ficamos mais suscetíveis a falhas, mas não estamos preocupados com isso neste momento, e sim em bater a meta, que é competir com as notas de partidas altas", considerou.

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