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Wanderlei Silva se justifica e diz que ainda tentará lutar contra Sonnen

Brasileiro foi cortado do UFC 175 após se recusar a fazer exames médicos de surpresa

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O Estado de S. Paulo

30 Maio 2014 | 16h09

SÃO PAULO - Cercada de polêmicas desde o início do TUF Brasil 3, a luta entre Wanderlei Silva e Chael Sonnen ainda deve render alguns capítulos. Após se recusar a realizar exames médicos para o combate do UFC 175, no dia 5 de julho, o brasileiro foi cortado do evento, que será realizado em Las Vegas. Depois de sua exclusão da luta, sendo substituído por Vitor Belfort, o brasileiro divulgou, por meio de seu canal no Youtube, um vídeo em que alega ter ocorrido "uma grande confusão".

"Eu estou sabendo de tudo pela internet. No último sábado (dia 24), eu estava na minha academia e chegou um senhor falando que eu tinha que assinar alguns papeis que estavam escritos em inglês. Ele não mostrou nenhuma identificação, e eu disse que eu não iria assinar, porque não domino o inglês e que eu ia precisar da presença do meu advogado", justificou Wanderlei, que disse ter saído do local pouco tempo depois, dizendo que tinha compromissos relacionados à luta do brasileiro Renan Barão.

Ao contrário do que foi veiculado na imprensa, o lutador disse que nunca deixou de realizar os procedimentos requeridos pelos emissários da Comissão Atlética de Nevada (NSAC). "Eu tenho 20 anos de carreira e 50 lutas profissionais. Eu jamais deixei de fazer os exames ou deixei de tirar alguma licença para o combate. Como ainda falta um mês para o combate, eu estava planejando fazer todo esse trâmite quando voltasse do Brasil, para a final do TUF", afirmou o brasileiro.

Visivelmente emocionado, Wanderlei ainda mantém as esperanças de fazer a luta com Sonnen. "Estou me dedicando tanto, colocando tanta garra no meu treinamento como nunca fiz antes. Acho que essa é a luta que eu mais desejo fazer na vida e eu vou fazer de tudo para que ela se realize", afirmou o lutador, que disse que irá procurar a comissão atlética assim que voltar para os Estados Unidos para fazer todos os exames necessários. "Se essa luta não se realizar, vai ser muito difícil para mim."

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