Lyle Stafford/Reuters
Lyle Stafford/Reuters

A um ano da Olimpíada de Inverno, Brasil vê veteranas em 'ótimas condições'

Esperança brasileira continua depositada em Jaqueline Mourão e Isabel Clark

Estadão Conteudo

09 Fevereiro 2017 | 16h30

Faltando exatamente um ano para o início dos Jogos Olímpicos de Inverno de Pyeongchang, na Coreia do Sul, a Confederação Brasileira de Desportos na Neve (CBDN) vê o Brasil em bom momento. Mas as maiores esperanças de resultados expressivos continuam depositadas em Jaqueline Mourão e Isabel Clark, que caminham para a quarta participação apenas nos Jogos de Inverno.

Mourão, do cross country, recentemente bateu o recorde brasileiro de sprint. Aos 41 anos, com cinco Olimpíadas no currículo (duas delas de Verão), ela vem de pódio em uma competição nos Estados Unidos e segue, com folga, com a melhor do País na modalidade. Já Isabel Clark comemora esta semana ter participado de sua 100.ª prova de Copa do Mundo de Snowboard, aparecendo no 21.º lugar do ranking da temporada.

"Atletas como Jaqueline Mourão e Isabel Clark chegam em ótimas condições. Jaqueline tem alcançado grandes feitos neste início de temporada e a Isabel não está atrás. Após três etapas da Copa do Mundo, ela já pavimenta o longo e árduo caminho para mais uma classificação olímpica", avalia Pedro Cavazzoni, CEO da CBDN.

No esqui alpino masculino, são cinco garotos brigando pela vaga brasileira, todos entre 17 e 22 anos. Michel Macedo, de 17 anos, foi bronze no campeonato nacional júnior dos Estados Unidos no Slalom Gigante. Já Guilherme Grahn bateu o recorde nacional no Slalom há três semanas, sendo o primeiro brasileiro a baixar de 36 pontos - fez 35,87.

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