Ginastas do Brasil querem aprimorar novas séries em etapa croata da Copa do Mundo

'Estamos iniciando um novo ciclo', afirma Roger Medina, treinador da seleção feminina

Estadão Conteúdo

17 Maio 2017 | 17h42

Após conquistar quatro medalhas na etapa da Eslovênia da Copa do Mundo, no último final de semana, as seleções brasileiras masculina e feminina de ginástica artística viajaram para Osijek, onde disputará a etapa da Croácia, que começa nesta quinta-feira, e seguem com suas preparações para o novo ciclo olímpico que culminará com os Jogos de Tóquio-2020, no Japão.

E, segundo Roger Medina, treinador da seleção feminina, o intuito destas competições é um só: agregar novos elementos nas séries, buscando elevar as notas de partida. "Estamos iniciando um novo ciclo, com o objetivo de aumentar a dificuldade das séries. Claro que os riscos de erro aumentam, principalmente nessa fase de adaptação", explicou o técnico nesta quarta-feira.

No feminino, a seleção será representada por Rebeca Andrade (salto, trave e solo), Thais Fidelis (salto, assimétricas e solo) e Flávia Saraiva (trave e assimétricas), que sofreu um entorse no tornozelo direito na Eslovênia, mas se recuperou e deve participar da etapa da Croácia.

Já a seleção masculina terá Arthur Zanetti (argolas e solo), Lucas Bittencourt (argolas, cavalo com alças, paralelas e barra fixa) e Francisco Barreto (cavalo, solo, paralelas e barra fixa).

A competição começa com as qualificatórias, nesta quinta e na sexta-feira, e prossegue com as finais no sábado e no domingo. Mais de 38 países - como Rússia, Alemanha e Romênia, entre outras seleções tradicionais - disputarão a etapa da Croácia.

Na Eslovênia, o Brasil conquistou o ouro nas argolas com Arthur Zanetti e no salto com Rebeca Andrade, além do bronze nas assimétricas com Flávia Saraiva e na trave com Thais Fidelis.

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