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Jogos Olímpicos

Objetivo japonês é ficar mais próximo dos rivais China e Coreia do Sul

Anfitriões em 2020, japoneses apostam no judô e ginástica para se aproximar de China e Coreia

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Wilson Baldini Jr.,
O Estado de S.Paulo

28 Janeiro 2016 | 07h00

Em Londres, o Japão ficou na 11.ª colocação no quadro de medalhas, atrás de Coreia e China. A meta dos dirigentes nipônicos é diminuir a distância dos seus principais rivais na última competição olímpica antes de receber os Jogos em 2020.

A conquista de 36 medalhas de ouro, 18 de prata e 18 de bronze na história olímpica exemplifica o domínio japonês no judô. Mas os criadores desta arte marcial vão estar pressionados na Arena Carioca. A missão será apagar o péssimo desempenho em Londres, quando só a leve Kaori Matsumoto foi ouro.

Tricampeão mundial e campeão olímpico em Sydney-2000, Kosei Inoue é o técnico da equipe e o responsável pela reformulação do judô japonês, que demonstrou força no Mundial do ano passado, no Casaquistão, ao ganhar 17 medalhas, com oito de ouro. “O Japão nunca tinha deixado de ganhar um ouro no masculino em Jogos Olímpicos”, lembrou Inoue.

Se o judô é o esporte mais tradicional do Japão, o que mais soma pódios é a ginástica artística, com 95 medalhas. Kohei Uchimura, seis vezes campeão mundial, é chamado pelos rivais de “Máquina”, tal a perfeição de seus movimentos.

Na luta estilo livre nos 63 quilos, a tricampeã olímpica e dez vezes campeã mundial Kaori Icho não deverá ter adversária.

O Japão também se destaca na natação.Kosuke Hagino, Kanako Watanabe e Kosuke Kitajima podem se consagrar no Estádio Aquático.

 

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