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Rock in Rio pagará R$ 880 mil em reformas no Parque Olímpico

Organização vai bancar obra na Arena Carioca 2 em troca do aluguel do espaço

Raphael Ramos, O Estado de S.Paulo

07 Setembro 2017 | 07h01

A organização do Rock in Rio vai pagar R$ 880 mil pelo uso das instalações do Parque Olímpico durante o evento. O valor corresponde às áreas administradas pela Aglo (Autoridade de Governança do Legado Olímpico) – o festival de música também ocupará outros espaços do Parque Olímpico, mas que pertencem à iniciativa privada.

Pelo acordo assinado entre os organizadores do evento e a Aglo, com o valor do aluguel a Arena Carioca 2 será reformada e transformada em um centro de treinamento de alto rendimento e também será construída uma quadra poliesportiva de areia dentro das dependências do Parque Olímpico.

O Rock in Rio vai ocupar 9.000 metros quadrados da área externa do Centro Olímpico de Tênis para acesso do público durante o festival, além das Arenas Carioca 1 e 2 para a realização do evento Game XP. O aluguel não será pago diretamente para a Aglo, mas a organização do Rock in Rio terá de fazer as duas obras, orçadas em R$ 880 mil.

Para uso das Arenas Carioca 1 e 2, o valor do aluguel cobrado foi de R$ 600 mil. Já a cessão de parte da área externa do Centro Olímpico de Tênis das tênis foi calculada em R$ 280 mil.

As Arenas Carioca 1 e 2 foram cedidas para a organização do Rock in Rio no período de 20 de agosto a 3 de outubro. No local será instalada a “supertela”, com 75 metros de comprimento e 20 de altura, totalizando mais de 1.450 metros quadrados de projeção. De acordo com os organizadores do festival, será a maior tela do mundo. Também será montada uma escultura de um boneco gigante de oito metros, criada pela equipe da escola de samba da Portela, além de dois telões para exibição das disputas de games.

Acordo assinado em dezembro do ano passado prevê que o Ministério do Esporte administre o Parque Olímpico pelos próximos 25 anos, prorrogável por igual período, totalizando cinco décadas. O planejamento inicial era de que a iniciativa privada cuidasse e bancasse o parque, mas o plano não deu certo. O custo de manutenção do espaço é variável e dependerá da utilização do local, mas, para este ano, o ministério reservou R$ 45 milhões do seu orçamento somente para a gestão do parque.

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