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Melo projeta Davis, mas não confirma presença no Rio Open e em São Paulo

Brasileiro ainda faz planejamento para a próxima temporada no tênis

Felipe Rosa Mendes, Estadão Conteúdo

06 Dezembro 2017 | 17h06

Prestes a iniciar a sua pré-temporada para 2018, Marcelo Melo se coloca à disposição para defender o Brasil na Copa Davis, nos dois confrontos de Zonais que a equipe poderá ter pela frente no começo do próximo ano. Mas não garante sua presença nos dois principais torneios da temporada: o Rio Open e o Brasil Open, em São Paulo.

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Melo vai iniciar a temporada no Torneio de Sydney, de nível ATP 250, com início marcado para 8 de janeiro. Na sequência, disputará o Aberto da Austrália, o primeiro Grand Slam do ano, a partir do dia 15. Na sequência, vai competir no Torneio de Roterdã (ATP 500), na Holanda, no dia 12 de fevereiro.

"Ainda estou dependendo dos resultados que vou obter nos torneios anteriores para definir o meu calendário dos próximos meses", desconversou Melo, em entrevista ao Estado, nesta quarta-feira, ao ser questionado sobre a presença nas competições brasileiras.

Ele indicou presença no Rio Open, que será disputado entre 19 e 25 de fevereiro, no Jockey Club Brasileiro. Mas sugeriu que há poucas chances de competir em São Paulo. "Eu venho jogando o Rio Open todos os anos. O Brasil Open é um torneio mais difícil de jogar por ter Acapulco na mesma semana. É um torneio de nível ATP 500, que é extremamente importante para a gente, sem tirar, é claro, a importância de São Paulo", afirmou.

Melo alega que o desgaste físico pode fazer ele e o polonês Lukasz Kubot, seu parceiro fixo, a optarem por Acapulco, no México, em detrimento do Brasil Open. "No momento o que temos definido é que vamos competir até Roterdã. Teremos muita viagem pela frente entre estes torneios. Voos de até 12 horas. É muito desgastante! Então temos que analisar muito bem porque isso pode atrapalhar lá na frente."

O desgaste físico será importante para o brasileiro porque ele poderá jogar mais do que o esperado pela equipe do Brasil na Davis. Isso porque, neste ano, o time nacional terá que fazer dois confrontos no Zonal Americano para conseguir voltar à repescagem.

Nas últimas temporadas, o Brasil precisou jogar apenas uma vez porque era "bye", o que dava direito de pular a primeira rodada. O time nacional vai estrear contra a República Dominicana. Se vencer, enfrentará o vencedor de Colômbia x Barbados na segunda e decisiva rodada do Zonal.

"Claro que, por causa da Davis, às vezes a gente tem que abdicar de uma semana de treinos, como aconteceu neste ano, no Japão. Um confronto como aquele acaba tirando três, até quatro semanas do nosso calendário porque você precisa chegar antes. A Copa Davis sempre custa algumas semanas do nosso calendário, mas é por um bom motivo", ponderou Melo, que deve ser convocado pelo capitão João Zwetsch para jogar duplas ao lado de Bruno Soares diante dos dominicanos.

O duelo, fora de casa, está marcado para os dias 2 e 3 de fevereiro. Se vencer, o Brasil volta à quadra para a segunda rodada, nos dias 6 e 7 de abril.

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