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Fórmula 1

Impasse pode tirar GP da Itália do calendário da Fórmula 1 em 2017

Falta de renovação de contrato coloca em risco prova tradicional

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O Estado de S. Paulo

11 Fevereiro 2016 | 20h00

O tradicional GP da Itália, em Monza, corre o risco de sair do calendário da Fórmula 1 nos próximos anos. Segundo o site inglês Autosport, nas próximas semanas o chefe da categoria, Bernie Ecclestone, vai se reuniu com dirigentes italianos para discutir a renovação do contrato para realização da prova. O vínculo atual termina após a corrida deste ano, marcada para setembro.

No último mês o presidente do Automóvel Clube da Itália, Sticchi Damiani, disse que um novo acordo estava perto de assegurar a permanência da corrida no calendário até 2020 ou até 2023. O dirigente adiantou ainda que a organização do GP estava montando um fundo financeiro para viabilizar a realização da corrida no país.

De acordo com a publicação, o autódromo precisa apresentar melhorias para garantir a permanência, como reformas nas arquibancadas, desenvolvimento de áreas públicas e aumento nas vagas de estacionamento. Meses atrás uma reunião dos representantes da prova com a chefida da Fórmula 1 terminou sem acordo.

A Itália está calendário da Fórmula 1 desde a primeira temporada, em 1950. Monza recebeu todas as corridas desde então, exceto em 1980, quando estava fechada para reformas. Naquele ano a prova foi transferida para Ímola, circuito tradicionalmente utilizado pela categoria como receber o GP de San Marino.

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