Tony Gutierrez/AP Photo
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Com tetra garantido, Hamilton já projeta 'desafios' para temporada 2018 da F-1

"Eu poderia escolher facilmente este caminho que Nico tomou no ano passado e parar com quatro títulos. Mas acho que ainda há mais para mim na F-1"

Estadão Conteúdo

30 Outubro 2017 | 16h10

Ao fim da temporada 2016 da Fórmula 1, o alemão Nico Rosberg surpreendeu o mundo ao anunciar sua precoce aposentadoria, logo após se sagrar campeão mundial. Lewis Hamilton faturou o tetracampeonato no domingo. E, nesta segunda-feira, já tratou de garantir que vai continuar na F-1 e com motivação suficiente para protagonizar novas batalhas contra o alemão Sebastian Vettel e contra o jovem holandês Max Verstappen em 2018.

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"Eu poderia escolher facilmente este caminho que Nico tomou no ano passado e parar com quatro títulos. Mas acho que ainda há mais para mim na F-1. Há muito por vir, mais desafios e prevejo tempos difíceis pela frente. E eu gosto deste desafio", afirmou Hamilton nesta segunda.

O piloto da Mercedes admite que a manutenção de marcas importantes na F-1 é uma de suas fontes de motivação. "É legal estar na batalha contra Sebastian. Ele tem 50 pole positions e estou logo na frente. Eu não quero dar poles para ele porque pode chegar perto de mim. Esta é uma inspiração para continuar", garantiu. Hamilton é o recordista de número de poles na F-1, com 72. Vettel é o quarto desta lista, com 50.

Outro potencial rival em 2018 é Verstappen, na avaliação do inglês. No domingo, o piloto da Red Bull venceu o GP do México com um desempenho consistente, do início ao fim. E ganhou os parabéns de Hamilton. "Ele é com certeza a maior jovem estrela que vimos aqui durante muito tempo. E espero ter algumas batalhas com ele no futuro", projetou.

Aos 32 anos, Hamilton indica que pretende correr até os 40. "Em algum momento no futuro, acho que será legal permanecer em apenas um lugar para socializar mais com as pessoas, caminhar todos os dias com o cachorro ou surfar, o que seja. Mas ficar em só um lugar por um bom tempo. Mas acho que há muita vida depois dos 40. E a questão é que não vou poder voltar para a F-1. Então vou correr até o momento em que chegar à conclusão de que 'OK, é o suficiente'", declarou.

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