Diego Azubel/EFE
Diego Azubel/EFE

Mais rápido do dia, Lewis Hamilton diz que ainda precisa melhorar

Piloto da Mercedes lamenta o tempo perdido na primeira sessão

Estadão Conteúdo

27 Março 2015 | 10h38

Após não conseguir dar voltas rápidas no primeiro treino livre e só participar da parte final da segunda atividade por causa de problemas no seu carro, o inglês Lewis Hamilton mostrou ser o favorito para o GP da Malásia de Fórmula 1 ao fazer parte o melhor tempo da sexta-feira no circuito de Sepang. O piloto da Mercedes, porém, destacou que ainda há melhorias a se fazer para o restante do fim de semana, ainda mais que ele praticamente não conseguir realizar testes no seu carro.

"Nunca ajuda perder uma grande parte de uma sessão. Mas, felizmente, eu tive algumas voltas no final em um trecho longo. Em termos de configuração, eu não tive tempo de fazer quaisquer alterações, apenas usei o que trouxe da última corrida. Está provavelmente um pouco fora de onde eu quero estar, por isso há, definitivamente, melhorias a serem feitas", disse, temendo que o tempo perdido afeta o seu desempenho no restante do fim de semana. 

Hamilton foi o mais rápido da sexta-feira, seguido pelo finlandês Kimi Raikkonen, da Ferrari, se colocando entre os dois carros da Mercedes, pois o alemão Nico Rosberg foi o terceiro colocado. E o piloto inglês admitiu preocupação com a equipe italiana para a prova malaia. "Nós precisamos trabalhar duro também porque a Ferrari parece ótima. Vai ser interessante ver o que acontece amanhã", afirmou. 

O atual campeão mundial também agradeceu o trabalho dos mecânicos da Mercedes, que conseguiram colocar o seu carro na pista durante o segundo treino livre após os problemas no sistema de admissão do motor logo no início da primeira atividade da sexta-feira.

"Foi um trabalho incrível dos rapazes especialmente aqui, em condições tão difíceis, por isso estou muito grato a eles. Essa não é uma pista fácil e as temperaturas também trazem dificuldades aos pneus", concluiu Hamilton.

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.