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Felipe Trueba/EFE

Nove vezes campeão mundial, francês sai na frente no Rali Dacar

Sebastien Loeb se dá bem em percurso cronometrado de 357 Kms

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Estadão Conteúdo

04 Janeiro 2016 | 18h45

Depois de dois dias complicados - no sábado, no prólogo, um carro guiado por uma dupla chinesa atropelou oito pessoas, e no domingo a primeira etapa foi cancelada por causa do mau tempo -, o Rali Dacar finalmente "começou" nesta segunda-feira. O rali mais tradicional do mundo teve a disputa da segunda etapa entre as cidades argentinas de Villa Carlos Paz e Termas do Rio Hondo, em um percurso cronometrado de 357 quilômetros, e quem se deu bem foi o francês Sebastien Loeb.

Nove vezes campeões do Campeonato Mundial de Rali (WRC, na sigla em inglês), Loeb e o parceiro macedônio Daniel Elena, dirigindo um Peugeot, completaram o trajeto na primeira colocação com o tempo de 3h45min46s. Logo atrás vieram os franceses Stéphane Peterhansel e Jean Paul Cottret, também da Peugeot, com 3h48min09s, pouco à frente dos russos Vladimir Vasilyev e Konstantin Zhiltsov (Toyota).

O percurso cronometrado seria de 521 quilômetros, mas acabou sendo reduzido por conta das chuvas. Entre os brasileiros, Guilherme Spinelli e Youssef Haddad (Mitsubishi) ficaram na 18.ª posição do dia. Eles completaram o trecho com uma marca 13min48s pior que a de Loeb e Elena.

Nas motos, o australiano Toby Price, da KTM venceu a etapa. Ele completou o percurso especial de 354 quilômetros entre Villa Carlos Paz e Termas de Río Hondo em 3h46min24s e se tornou líder da classificação geral, já que na véspera o deslocamento a partir de Rosario foi feito em comboio.

O percurso cronometrado seria de 450 quilômetros, mas acabou sendo reduzido ainda por conta das chuvas. O português Ruben Faria, da Husqvarna, foi o segundo colocado, a 20 segundos do líder, enquanto que o eslovaco Stefan Svitko, da KTM, ficou em terceiro lugar, a 1min28s.

O primeiro dia de disputa não foi bom para o único brasileiro nas motos no Dacar. Jean Azevedo, da Honda, sofreu uma queda no quilômetro 30, o que causou a quebra do tanque de combustível traseiro. Com isso, ele seguiu na prova com velocidade reduzida e cruzou a linha de chegada em 125.º e penúltimo lugar.

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