Divulgação/CBV
Divulgação/CBV

Renan elogia longevidade de jogadores da seleção de vôlei

Treinador justifica sua decisão de manter a base olímpica em primeira convocação

O Estado de S.Paulo

08 Maio 2017 | 15h26

Novo técnico da seleção brasileira masculina de vôlei, Renan Dal Zotto exaltou nesta segunda-feira a longevidade dos jogadores que foram campeões olímpicos no Rio-2016, no ano passado. Com os elogios, o treinador justificou a decisão de manter a base olímpica em sua primeira convocação para uma competição, a Liga Mundial, entre os dias 2 de junho e 8 de julho.

"Sabemos que esporte é momento. Eu vejo os atletas, com a evolução tecnológica, tendo uma longevidade maior o que é muito interessante", disse Renan, que convocou 10 dos 12 jogadores do time olímpico.

Somente Serginho e William ficaram de fora. "Todos os outros estão em totais condições de participar da seleção brasileira. É justo fazer com que esses atletas (campeões olímpicos) joguem a fase final da Liga Mundial no Brasil", declarou o técnico.

Serginho decidiu se aposentar ao fim da Olimpíada. E William pediu para se ausentar da seleção desta vez para passar maior tempo com a família. Ele foi campeão da Superliga masculina pelo Cruzeiro, no domingo.

"Tive uma conversa com o William e falei que contava com ele. Ele me explicou desse compromisso familiar após a Superliga, o que é justo. Agradeceu nossa conversa e eu disse que contava com ele a princípio até o Mundial. Ele respondeu na hora que iria até os Jogos Olímpicos [de 2020]. Que bom que ele está com essa cabeça. É um jogador diferenciado", afirmou.

Renan disse que fez sua primeira convocação para competição - chegou a chamar uma lista de jogadores para treinos anteriormente - já pensando no novo ciclo olímpico. "Esse é um ano muito importante para o voleibol brasileiro. É um novo ciclo olímpico após a conquista do ouro no Rio de Janeiro pela seleção masculina. Temos focos muito claros. A curto prazo a Liga Mundial, a médio prazo o Mundial de 2018 e a longo prazo os Jogos Olímpicos de Tóquio, em 2020."

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.