Seleção feminina vence dominicanas e segue invicta

Já classificada para a fase final do Gran Prix feminino de vôlei feminino, a seleção brasileira derrotou na madrugada deste sábado (horário de Brasília), a equipe da República Dominicana por 3 sets a 0, com parciais de 25/22, 25/22, 26/24. A partida foi realizada na Momotaro Arena, em Okayama, no Japão. Essa foi a oitava vitória em oito jogos pela primeira fase, e a segunda sobre a República Dominicana. A equipe comandada pelo técnico Zé Roberto encerra a sua participação na primeira fase enfrentando o Japão, neste domingo, às 6h (de Brasília), no mesmo local. Foi um jogo equilibrado, apesar dos 3 a 0. As dominicanas mostraram consistência, aproveitando os erros das brasileiras desde o início do primeiro set, num panorama que se manteria praticamente até o fim da partida. O Brasil precisou explorar suas variações de jogadas para fechar em 25 a 22 o primeiro set, após um erro de saque de Arias, em 25 minutos de jogo. Mais consciente, o Brasil acertou o passe e dominou a maior parte do segundo set. Mas uma série de desatenções permitiu que a República Dominicana voltasse a encostar. Mas Sassá cravou a bola decisiva. O terceiro set foi marcado pela desconcentração brasileira. A República Dominicana chegou a passar a frente e, no fim, salvou três match points, obrigando o Brasil a jogar com mais seriedade. Foi o que bastou para fechar em 26 a 24, numa falha das dominicanas. Apesar do triunfo, o técnico Zé Roberto apontou alguns erros da equipe nacional. ?O time não foi tão concentrado e efetivo. Vencemos por 3 a 0, mas a concentração da equipe caiu um pouco. Levamos oito pontos de saque. A República Dominicana tem seus méritos, mas nossa equipe relaxou, perdeu um pouco o foco e isso não pode acontecer. O ataque tem sido um ponto forte e o saque ainda tem feito estrago na recepção adversária. Algumas situações de bloqueio foram boas e Sassá e Carol Gattaz também entraram bem?, analisou.

Agencia Estado,

02 Setembro 2006 | 04h32

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.