1. Usuário
Assine o Estadão
assine

Zé Roberto prega cuidado antes da 'final' do Grand Prix

Estadão Conteúdo

23 Agosto 2014 | 11h 49

Com muitas expectativas para o confronto das duas melhores equipes na competição, técnico da seleção monta seu esquema 

O técnico José Roberto Guimarães cobrou atenção e regularidade da seleção brasileira de vôlei antes do confronto decisivo do Grand Prix, na manhã de domingo. O Brasil enfrentará o Japão, em Tóquio, na última rodada do hexagonal final da competição. Mas o jogo se tornou uma final não oficial por reunir as duas únicas equipes com chances de título.

"A expectativa para essa partida é muito grande. Vamos jogar contra um ginásio lotado. O Japão está se apresentando muito bem. O esquema de jogo sem centrais tem dado certo. É um time que erra pouco, muito regular e veloz. Elas estão defendendo demais", avaliou, ao enumerar as qualidades da equipe rival.

Rafael Arbex/Estadão
ARBX -SAO PAULO -10/08/2014 - ESPORTES / VOLEI - Partida pelo Grand Prix de Volei Feminino, entre Brasil x EUA, no ginasio do Ibirapuera, em Sao Paulo. FOTO: Rafael Arbex / ESTADAO

Apesar da preocupação, Zé Roberto já sabe como vencer a "decisão" de domingo, na capital japonesa. "Vamos ter que passar muito bem para as nossas centrais conseguirem jogar e, consequentemente, abrirem espaço para as pontas", finalizou José Roberto Guimarães.

O Brasil conquistará o título do Grand Prix pela 10ª vez se vencer o Japão por 3 sets a 0 ou 3 sets a 1. Se perder duas parciais, cederá o título ao adversário por estar em posição inferior na tabela. O time nacional tem 10 pontos, contra 12 das japonesas.

A seleção se manteve na cola do Japão na classificação do hexagonal ao vencer a Rússia por 3 a 0, neste sábado. O triunfo sobre o tradicional rival também ajudou a manter o moral elevado da equipe de Zé Roberto.

"Nosso bloqueio fez 16 pontos e não deixamos a Rússia jogar à vontade, principalmente a Kosheleva, que é a principal atacante delas, e a Goncharova, que joga na saída de rede. Estou feliz porque atuamos como um time. A distribuição de bolas foi boa, todas pontuaram. Conseguimos jogar 70 ou 80% do tempo com o passe na mão e isso facilitou nossas ações", aprovou.