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A fidelidade de Felipão

Almir Leite

22 de junho de 2014 | 16h22

Felipão, como se sabe, é técnico conservador.  Fiel às suas convicções. Fiel, também, aos jogadores que se desdobram por ele.

Esses três motivos o levam a manter o time da seleção brasileira para o jogo de Camarões.

Ainda haverá mais um treino, no início da noite deste sábado.

Mas esta é a tendência.  Fortíssima.

Recuperado de dor na coxa, Hulk volta. Em notória má fase, Paulinho e Fred ficam.

Felipão não gosta de mudar time. Além disso, acredita piamente nos 11 jogadores que conquistaram a Copa das Confederações no ano passado.

Até porque sempre que esses 11 iniciaram juntos uma partida, a seleção venceu.

Foram sete ocasiões. E Felipão também tem lá suas superstições.

No entanto, como tudo tem um limite, é bom a turma que anda jogando pouco acordar.

Do contrário, o time pode mudar a partir das oitavas de fina.

Felipão é convicto, é teimoso.  É fiel. Mas não vai morrer abraçado com ninguém.

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