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A triste noite na Arena Grêmio. Mais uma

Almir Leite

19 Setembro 2014 | 17h06

Triste. Aranha definiu com perfeição o comportamento da torcida do Grêmio na quinta-feira à noite.

As vaias, e os xingamentos, não foram “coisa de jogo de futebol”.

Recursos para desestabilizar o adversário.

Foram, isso sim, de reprovação à atitude do goleiro de denunciar o racismo de que foi vítima, que culminou com a eliminação do Grêmio da Copa do Brasil.

Eliminação que pode ser revertida.  Embora não deva.

Aranha foi brilhante ao dizer que o tratamento que recebeu era prova cabal de que os gremistas que estavam na Arena aprovaram o que fizeram contra ele naquele jogo da Copa do Brasil.

Ou seja, os torcedores não admitem que mexam com o time. Admitem todo e qualquer ato.

Não aceitam que seja dada punição ao clube porque meia dúzia de boçais saíram, feio, da linha.

E não aprenderam c0m o exemplo dado pela torcida do Atlético Mineiro, que deram acolhida ao cruzeirense Tinga quando este foi ofendido no Peru.

São circunstâncias diferentes, claro.  Mas a reação deveria ser a mesma, civilizada.

Ainda não se sabe se o STJD vai novamente pra cima do Grêmio. Se for, e o clube vier a ser punido novamente,  será mais um (des) serviço prestado por sua torcida – parte dela, obviamente.

Triste.

PS: pior só comportamento de uma jornalista (jornalista?), que sabe se lá de onde apareceu para dar um exemplo de prepotência e arrogância. Despreparada, para dizer o mínimo.