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Calma no Brasil!

Almir Leite

22 de março de 2013 | 11h01

Teve quem não gostasse da apresentação da seleção brasileira no empate com a Itália.

Viu muitos defeitos, e quase nada de qualidade.

Acha que, desse jeito, não vai dar.

Discordo.

Mesmo com o queixo tiritanto de frio e os olhos bem apertados por causa do vento gelado, vi coisas boas aqui em Genebra em relação à seleção.

Também vi coisas ruins, que não funcionaram.

Mas ainda acho chego para falar em erros, falhas, como se fosse algo quase irreversível.

A seleção, por exemplo, marcou bem a saída de bola dos italianos e dificultou o máximo possível a chegada da bola a Pirlo, que é ukm terror quando tem liberdade para criar.

Neymar brilhou? Não. Mas teve boa participação, não apenas por estar envolvido com os dois gols, mas por ter criado algumas boas jogadas e ter demonstrado espírito coletivo.

A zaga ficou mais protegida? Ficou, a partir de determinada fase do jogo. Mas ainda falta uma melhor proteção.

Os italianos aproveitaram várias vezes os buracos no sistema defensivo brasileiro para atormentar Julio Cesar.  As laterais, principalmente a direita, carecem de melhor cobertura.

O Brasil também errou muitos passes, o que pode ser debitado à falta de entrosamento.

Como isso vem com o tempo, o mais grave foram as diversaas bolas bobas perdidas por falta de zelo.

Enfim, são muitas coisas a serem corrigidas. Mas também há situações positivas.

Ainda não para saber onde essa seleção vai chegar. Só não dá, ainda, para dizer que não vai a lugar algum.

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