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Céu de brigadeiro na Copa. Para poucos

Almir Leite

18 de março de 2014 | 18h32

É quase certo que os aeroportos militares serão usados durante a Copa por centenas de civis.

Mas são mortais comuns.

Só terão acesso a eles integrantes das seleções e autoridades estrangeiras.

Esse é o plano B para evitar a superlotação dos aeroportos civis – ou c0merciais.

O risco de ocorrerem congestionamentos nas pistas e áreas de embarque e desembarque em aeroportos durante o Mundial é cada vez maior.

O torneio está chegando e as obras não estão avançando.

Assim, como admitiu o ministro do Esporte, Aldo Rebelo,  as bases militares serão providenciais.

Mas, repito, só para autoridades e delegações.

O torcedor comum, nacional ou estrangeiro, este está condenado a sofrer antes, durante e depois de um voo.

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