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Dunga, Dunga, Dunga, Dunga…

Almir Leite

11 de novembro de 2015 | 11h37

“As Eliminatórias nunca foram fáceis.”

“Pressão e cobrança vai (sic) sempre existir.”

“Querem espetáculo, mas se não ganhar vem cobrança.”

“O resultado é importante.”

Tem mais, muito mais. Mas deixa pra lá.

Desde 2006, quando assumiu pela primeira vez a seleção brasileira, quantas vezes você não ouviu ou leu tais frases, proferidas por Dunga.

Frases óbvias, repetidas à exaustão.

Pode-se alegar que as perguntas também são repetitivas, o que enseja respostas iguais.

De certa forma, é verdade. Mas é fato também que Dunga não se esforça para ir além disso.

Para ele, futebol é coisa óbvia. Portanto, nada mais natural que respostas óbvias.

Falar de como o time vai jogar, opções táticas e “quetais”,  nem pensar.

Para Dunga, futebol é guerra, é algo secreto. Por isso o excesso de treinos fechados, o segredo, a não revelação da escalação.

Pena que chega em campo é os jogadores continuam fazendo segredo – como se viu contra o Chile (a Venezuela não conta).

Tomara que contra a Argentina, os fatos, em campo, desmintam esse blogueiro.

Até porque eles não terão Messi.

E nós teremos Neymar.

Ufa!!!