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Joel Santana está na área. E o “joelês” também

Almir Leite

21 de setembro de 2018 | 16h15

As sacadas, as tiradas, enfim, as histórias de XX décadas de futebol de Joel Santana vão ser contadas e relembradas na tarde da próxima segunda-feira, em São Paulo, no Festival do Clube de Criação. O treinador, que anda sumido – esteve trabalhando nos Estados Unidos -, é o entrevistado no painel “O joelês decifrado e sacramentado’’, um dos mais aguardados do evento. Ele vai conversar com jornalistas, entre eles este blogueiro, e um publicitário.

Joel é tido como uma figura folclórica, por conta de suas histórias e do quase inseparável bom humor, mas é muito mais do que isso – e do treinador que capitalizou a dificuldade com o idioma local nos tempos em que treinou a seleção da África do Sul tornando-se garoto-propaganda de curso de inglês. Tem inúmeros títulos como jogador e como técnico. Conseguiu, por exemplo, a inédita proeza de ser campeão carioca pelos quatro principais clubes do Estado – Flamengo, Fluminense, Vasco e Botafogo. Também levou taças no comando de Bahia e Vitória.

O Festival do Clube de Criação, em sua sétima edição, terá início neste sábado, na Cinemateca Brasileira, e terá um total de 180 painéis. Serão debatidos temas como a poluição do planeta e a gastronomia brasileira, entre muitos outros.  A entrevista com o professor Joel Santana é considerada um dos pontos altos do evento.

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