Seleção brasileira joga mal, mas está perto do bi olímpico no futebol
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Seleção brasileira joga mal, mas está perto do bi olímpico no futebol

Equipe não apresenta futebol consistente, mas vence México nos pênaltis e vai encarar a Espanha final. Tomara que com o ataque inspirado

Almir Leite

03 de agosto de 2021 | 14h04

A seleção brasileira está cada vez mais perto do segundo ouro olímpico. Ainda não jogou um futebol convincente, mas está chegando. É isso que importa, até porque a preparação do futebol para uma Olimpíada nunca é o ideal – para todas as seleções – e por isso é natural que as equipes sejam irregulares durante o torneio.

Caso do time de André Jardine. Contra o México, não jogou bem. Teve como méritos ter sido quem mais procurou o gol e mostrar evolução defensiva, o que vinha sendo o calcanhar de Aquiles da equipe. É verdade que os mexicanos, que tinham e têm o melhor ataque da competição, não atacaram muito. Mas isso não é problema do Brasil.

O goleiro Santos salvou a seleção contra o México ao garantir a vitória nos pênaltis

Para a final contra os espanhóis, seleção que mesmo com vários que estiveram juntos recentemente na Eurocopa também não arranca suspiros,  Jardine poderá ter de resolver  um novo problema, desta vez no ataque.

O setor que vinha sendo o ponto forte da seleção sofreu com a ausência de Matheus Cunha. Sem ele, o ataque não rendeu. Richarlison não se sai bem por ali e não há um jogador com as mesmas características  de Matheus no grupo.

Contra o México, o ataque emperrou. Tomara encontre uma maneira de desemperrar na final de sábado, na terceira final seguida da seleção brasileira em Olimpíadas.

Aliás, o Brasil ganhou medalhas no futebol masculino nas últimas quatro edições de Jogos Olímpicos, visto que foi bronze em 2008, em Pequim.