Goleada na abertura da Fonte Nova. Que sejam muitas…

Antero Greco

07 de abril de 2013 | 21h37

Ver estádio lotado é sempre bonito. Novo, então, uma belezura. E foi o que aconteceu neste domingo, em Salvador, com a edição 2013 da Fonte Nova. O estádio reerguido para o Mundial ficou á altura da cidade, apesar de ainda faltarem muitos detalhes, sobretudo no entorno, para que seja considerado obra concluída e enfeitada.

Mas já tem bola rolando, que é o que interessa, e com um dos maiores clássicos do futebol brasileiro, o Ba-Vi. Só não precisava o Vitória exagerar e aplicar surra de5 a1 no rival! Que coisa, que falta de consideração. Tudo bem que é jogo de campeonato, mas pelo caráter festivo poderiam ter tirado um pouco o pé.

Brincadeira à parte, foi jogo movimentado e com equilíbrio no primeiro tempo. Tanto que o gol inaugural, de pênalti, saiu aos 40 minutos, em cobrança de Renato Cajá. Chutou sem chance nenhuma pro Marcelo Lomba. Sei lá, eu prefiro primeiro gol em jogada bonita, um chute no ângulo, coisas assim. Mas valeu do mesmo modo.

A festa do Vitória foi completada na segunda etapa, com Maxi Biancucci aos 5, Michel aos 12, Vander aos 28 e Escudeiro aos 39. O Zé Roberto, aos 21, ainda deu uma satisfação para os fãs do Bahia. Que não adiantou grande coisa.

Seis gols com seis autores diferentes. Bom sinal.  Tomara que ocorram milhares de goleadas na Fonte Nova, com muitos jogadores a terem a honra de estufarem as redes locais. Vida longa ao estádio, e que o público seja sempre respeitado lá. E, sempre que possível, um pensamento para aqueles que morreram na antiga Fonte Nova.

 

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