Palmeiras reserva joga para o gasto

Antero Greco

30 de abril de 2015 | 03h51

O interesse que havia no jogo com o Sampaio Corrêa, na noite desta quarta-feira, em São Luís, era ver o comportamento dos reservas do Palmeiras num jogo da Copa do Brasil. E não foi dos melhores. O empate por 1 a 1 provoca a partida de volta, pela segunda fase da competição, além de ter mostrado a Oswaldo de Oliveira a necessidade de colocar em ação com mais frequência jogadores que estão aquém do esperado.

Para usar um lugar-comum, foi um jogo para cumprir tabela – por parte do Palmeiras, bem entendido. Porque a turma do Sampaio Corrêa se esforçou, deu trabalho, valorizou e ainda foi prejudicada pela arbitragem, ao anular lance de gol em que Robert estava em posição legal.

O Palmeiras não deixou de empenhar-se. Mas, com time sem titulares, não houve conjunto. No máximo, jogadas individuais, e mesmo assim poucas de destaque. A melhor ocorreu no lance do gol, em lance iniciado por Cristaldo, que estava na reserva, e concluído por ele mesmo. No mais, alguns chutes de longa distância, uma falta ou outra cobrada por Alan Patrick. E nada além disso.

O Palmeiras limitado pagou preço ao levar o gol de Cleitinho aos 41 minutos do segundo tempo. Ok, nada empolgante, mas também nenhum desastre. Terá a oportunidade de seguir adiante, desde que bata o rival maranhense no jogo no Allianz Parque, já com força máxima, depois da final do Paulista.

Oswaldo deu desconto enorme para os jogadores – a viagem, a falta de sincronia, o gramado, a temperatura. Não deixa de ter razão. Mas bem que poderia ter sido um jogo mais animado.

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